
A dúvida surgiu porque Vinícius Júnior apareceu com a bola antes da batida do pênalti. (Foto/Reprodução TV)
O técnico Carlo Ancelotti explicou por que Bruno Guimarães foi o escolhido para cobrar o pênalti do Brasil na derrota por 2 a 1 para a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A cobrança aconteceu ainda no primeiro tempo, mas o goleiro Nyland fez a defesa. Com o resultado, a Seleção foi eliminada da competição.
Após a partida, Ancelotti revelou que a comissão técnica definiu antes do Mundial a ordem dos cobradores de pênaltis com base em uma análise estatística feita ao longo de um ano de trabalho.
Segundo o treinador, Raphinha era o principal cobrador da equipe. Depois dele apareciam Neymar, Igor Thiago, Bruno Guimarães e Martinelli. Como Raphinha, Neymar e Igor Thiago não estavam em campo no momento da penalidade, Bruno foi o escolhido para a cobrança.
A dúvida surgiu porque Vinícius Júnior apareceu com a bola antes da batida. No entanto, Ancelotti explicou que o atacante apenas participou de uma estratégia para proteger o cobrador da pressão dos adversários. A definição sobre quem bateria o pênalti já havia sido feita antes da partida.
Na segunda etapa, Neymar cobrou outro pênalti e marcou o único gol do Brasil no jogo. Já Raphinha permaneceu no banco de reservas por estar em recuperação de uma lesão na coxa direita. A comissão técnica decidiu preservá-lo para evitar um retorno antecipado.
Ao analisar o desempenho da equipe, Ancelotti afirmou que o Brasil controlou boa parte da partida e criou oportunidades, mas encontrou dificuldades para pressionar a saída de bola da Noruega.
O treinador destacou que a movimentação de Martin Odegaard dificultou a marcação brasileira, já que o jogador recuava para participar da construção das jogadas. Ancelotti também disse que promoveu mudanças no segundo tempo para dar mais profundidade ao ataque e buscar a vitória.