Jesus, nosso maior mentor, deixou-nos exemplos consubstanciais que estão vivos até hoje. O maior dos profetas obteve negação como resposta, numa condição totalmente materialista do famoso “olho por olho, dente por dente” de uma sociedade que o renegou. E, apesar disto, nos presenteou com amor incondicional. Amou-nos até o último instante e, ainda, suplicou perdão para os que o haviam crucificado. Como estamos trabalhando o amor nas nossas vidas? Não seria o Natal uma boa oportunidade para a revisão desse conceito? Será que não estamos reclamando por receber, mais do que nos está sendo ofertado?
Ele procurou cercar-se de híbridos apóstolos numa demonstração de valorização das diferenças, da permissão aos mais distintos segmentos e, nunca ofereceu recusa a qualquer cidadão que o procurava. Com a passagem do não apedrejamento da mulher adúltera, ele nos presenteou com a necessidade de não agirmos por impulsos, por vaidade, por preconceito ou por julgamento. Será que o julgamento diário, aos que desafiam à existência, não seria antagônico ao ensinamento do mestre dos mestres? Será que não poderíamos aproximar do nascimento dele e refletir sobre o verdadeiro significado de nossas passagens pela mãe terra? E cada um é engrenagem fundamental na estrada da vida. Basta que não sejamos corruptos com o ensinamento.
Nosso mestre plantou o cristianismo mesmo diante de solos aparentemente inférteis. Através de parábolas, que se aplicam aos mais próximos dias, fez com que sua palavra fosse semeada nas mais distintas fases do crescimento da terra pós-cristo. O espírito natalino é uma boa oportunidade de reflexão da semeadura. O que estamos colhendo? Será que estamos plantando o necessário para que valores, pelo mestre deixado, sejam argamassas necessárias para construção de valores fraternos em nossa sociedade? E esses valores estão sendo alicerçados nas nossas casas, com os nossos filhos? E no trabalho? Será que não estamos desrespeitando nossos subordinados, desvalorizando nossos chefes e negando as missões diárias por Deus confiadas?
Portanto, faça suas anotações, respeite sua individualidade, mas, caminhe. Pra frente é que se anda já dizia o poeta. Então, ligue as turbinas do seu coração e comece a praticar o desapego, o cultivo de boas práticas e não se deixe consumir pela culpa sobre alguns tropeços do passado. Renove-se. Faça do nascimento de Jesus uma oportunidade de renascimento. Nunca é tarde. Basta confiarmos. Presenteie Jesus com renovação de espírito!
Feliz natal e um 2013 cheio de paz. Ho Ho Ho !!!