Na noite da última terça, o Esportivo foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Mineira de Futebol e multado em R$100 por ter abandonado disputa da Terceirona
Na noite da última terça-feira, o Esportivo foi julgado pelo Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Mineira de Futebol e multado em R$ 100 por ter abandonado a disputa da Terceirona. Mas o que preocupava a torcida do Nacional na ocasião é que os resultados favoráveis aos adversários na briga pela classificação para o hexagonal final não haviam sido alterados. Por isso, durante o JM Esportes 1º Tempo de ontem, a equipe de reportagem da Rádio JM conversou com o secretário geral da FMF, Rodrigo Diniz, e ele tranquilizou a torcida alvinegra. “Pelo o que está prescrito no regulamento, se algum clube abandonar a competição todos os pontos conquistados por ela são desprezados. É como se ela não tivesse disputado o campeonato e os pontos serão descontados, sim”, afirmou Rodrigo. Para isso, ele se baseia no artigo 11 do regulamento da Terceirona que é bem claro. “Ficam sem nenhum efeito todos os resultados obtidos, positivos ou negativos conquistados, pela associação eliminada ou que abandonar a disputa do Campeonato, sem prejuízo das cominações previstas no CBJD”. Também serão desconsiderados os gols feitos e sofridos pelo Esportivo. Segundo Rodrigo, o Departamento de Futebol, que é o setor responsável pela alteração da classificação, estava aguardando o prazo para recurso, que era de três dias após a publicação da decisão do TJD, para fazer a mudança dos resultados dos jogos que envolveram o Esportivo. Surpreendentemente, no início da noite de ontem a tabela sofreu alteração, o que deixou o torcedor do Naça mais tranquilo. Amanhã será realizada a última rodada da primeira fase da Terceirona e o secretário geral falou sobre o início do hexagonal final. “A intenção da Federação é de começar a fase final da competição o quanto antes porque nós temos que fazer o Conselho Técnico do Módulo II do ano que vem com as duas equipes que conquistarem o acesso”, concluiu Rodrigo Diniz.