O maior dos Mestres que passou pela nossa mãe terra e, até os dias de hoje, o grande exemplo a ser seguido, Jesus
O maior dos Mestres que passou pela nossa mãe terra e, até os dias de hoje, o grande exemplo a ser seguido, Jesus, nos deixou ensinamentos imprescindíveis para nossa escalada terrena. Pregou com influência importante, tamanha sua inteligência e iluminação.
Dentre as orientações repassadas, há uma que me chama a atenção e, particularmente, carrego-a no bolso. É a passagem em que Jesus disse “Embainha tua espada”. Um pensamento de extrema felicidade e perfeitamente aplicável até os dias de hoje, aos casos escabrosos que vemos de mortes violentas por motivos fúteis. Bom, a morte é algo que atingirá a todos nós, todavia, não podemos conjugar, tampouco, coadunar com a barbárie. E a nossa espada está embainhada?
Para os que não conhecem, a bainha é a capa da espada que a mantém junto ao corpo, contudo, sem o pronto emprego, ou seja, para utilizarmos precisamos desembainhá-la. O problema está aí. Muitas pessoas andam com suas espadas desembainhadas, logo, ao menor confronto, utilizam força desproporcional. Não sabem viver o conflito, partem logo para o confronto.
Evidentemente que veremos muitas mortes violentas até o fim dos nossos dias. Infelizmente. O que deveria acontecer naturalmente sofre atropelos pela inconsequência, pelo individualismo, pelo egoísmo ou, até mesmo, pelo despreparo de alguns com a vida social. O que aconteceu recentemente em Guarujá, São Paulo, trata-se de um desses exemplos.
Diz a reportagem que um jovem, ao reclamar de uma diferença na conta obteve, como resposta do dono do estabelecimento, algumas facadas que o levaram ao óbito. Inacreditável. Claro que o processo de investigação irá levantar toda história resguardando todo o processo de ampla defesa. Contudo, mesmo que tenha havido arrogância de alguma parte em jogo, nada justifica o ato de crueldade que ceifou, precocemente, uma vida. Portanto, o dono do estabelecimento estava com sua espada
desembainhada.
É claro que os motivos fúteis ou torpes há muito já estão consignados nos diversos ordenamentos jurídicos conhecidos. Mas, o mundo precisa evoluir.
Então, caros leitores, embainhem suas espadas.