ALTERNATIVA

Sujeira na cidade horroriza leitor

“Muitos jogam papéis no chão, caixas de papelão, pedaços de madeiras, restos de construção...

Lídia Prata
Publicado em 05/04/2011 às 10:28Atualizado em 20/12/2022 às 00:55
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Abaixo os sujismundos

Leitor da coluna quer que a Prefeitura de Uberaba abrace o ideal de limpeza pública “pra valer”. Em vez de apenas punir os que deixam o mato tomar conta do terreno, o leitor quer que a Prefeitura coloque guardas municipais nas ruas para multar quem jogar papel e outras espécies de lixo nas ruas e calçadas. A multa valeria tanto para quem está a pé ou de carro, jogando lixo na rua. “Na primeira infração, o cidadão teria de passar por aula de reeducação social para aprender o lugar certo de jogar lixo. Na reincidência, levaria multa mesmo” – defende o leitor.

Tem de tudo

Outro leitor, Francisco Carlos se diz horrorizado com a sujeira da cidade. “Muitos jogam papéis no chão, caixas de papelão, pedaços de madeiras, restos de construção, maços de cigarros, pneus, embalagens plásticas e uma infinidade de objetos, nos locais públicos. Falta fiscalização por parte das autoridades no sentido de multar quem suja a cidade, a fim de evitar as enchentes, dengue, mau cheiro, poluição visual, e também um investimento em conscientização do cidadão.”

Em peso

Corretores de imóveis estiveram “em peso” ontem na Chácara Diamantino prestigiando a apresentação do primeiro empreendimento da Cyrela em Uberaba. Ali nascerá um loteamento classe A, aproveitando a belíssima paisagem do local, onde o verde dos bem cuidados jardins é de encher os olhos. Segundo o advogado Diamantino Silva Filho, proprietário da área, serão comercializados 700 lotes, em duas etapas. Ele próprio está decidido a fixar residência lá, deixando seu palacete da rua Sete de Setembro provavelmente para sede de seu escritório.

Novo comando

Empresário Marcelo Pontes Zaidan (leia-se Nasman Engenharia) assumirá a presidência do Centro das Indústrias do Vale do Rio Grande, sucedendo a Altamir Roso Filho. Solenidade de posse está marcada para o dia 14, no restaurante do Uirapuru.

Uberaba na Vale

O uberabense Murilo Ferreira é o novo presidente da Vale. Notícia foi confirmada no fim da noite de ontem. Filho do inesquecível médico Humberto Ferreira e dona Nívia, Murilo Ferreira vai suceder Roger Agnelli, cuja cabeça estava a prêmio há semanas. Segundo fontes bem informadas, Murilo era o candidato do governo (leia-se presidente Dilma Rousseff, que, assim, prestigia Uberaba mais uma vez), sócio da Vale. Posse de Murilo será no dia 22 de maio.

Novas frentes

Além de biotecnologia, recuperação de áreas degradadas pela mineração e leite, Minas Gerais poderá ampliar as parcerias com a França nas áreas de ciência, tecnologia e ensino superior. Foi o resultado do encontro de ontem entre o secretário de Estado Narcio Rodrigues e o embaixador da França no Brasil, Yves Saint-Geours, em BH.

Escolha pessoal

Presidente Luiz Dutra explica que o ex-vereador Hamilton Félix não foi contratado pela Câmara, porque, em função do TAC assinado com o Ministério Público, não existem mais cargos de confiança na administração do Legislativo, exceto de diretores. Segundo Dutra, o ex-colega agora integra seu staff pessoal.

E a sirene?

Leitor Marcos Júnior está indignado. “Fiquei sem saber onde começam e onde terminam a má vontade e o desrespeito público”, queixou-se. Ele relatou que passou pelo centro por volta de 18h de ontem, viu que estava armando um temporal. Atravessou a Leopoldino e a Guilherme Ferreira e não ouviu a sirene de alerta contra enchentes. “Na semana passada ouvi o representante da Defesa Civil dizer que a sirene hoje é de responsabilidade do Corpo de Bombeiros. Liguei lá, mas a atendente negou, dizendo que a sirene é responsabilidade da Defesa Civil. Liguei lá e um cidadão dizendo se chamar Astolfo me deu uma maior bronca, dizendo que era pra eu olhar pro céu e procurar um lugar seguro.” Revoltado, o leitor quer saber: “Cadê o dinheiro que saiu do nosso bolso pra fazer a porcaria das sirenes tocarem???”.

Crueldade

Nada justifica a brutalidade que marcou o assassinato do empresário Antônio Alberto Stacciarini, presidente do DEM/Uberaba. A Polícia Civil deve uma resposta rápida e definitiva à sociedade, não apenas por ser a vítima quem era, mas principalmente para evitar que crimes bárbaros como aquele pareçam “fáceis” aos olhos de outros bandidos. Para “não atrapalhar as investigações”, a imprensa tem colaborado, não divulgando detalhes sobre o caso. Mas isso também gera toda espécie de especulação, cercando a vítima de suspeitas inaceitáveis e colocando a família como alvo da maledicência alheia. Nem Stacciarini, nem seus filhos merecem passar por essa situação.

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