O filho de um grande amigo tem 12 anos, joga futebol com bastante empenho. Aulas, academia, treinamentos e jogos. Dedicado, ele já disputa campeonatos locais, regionais e até estaduais na categoria dele.
Após a eliminação da seleção brasileira de futebol, vimos aflorar quase 200 milhões de técnicos e especialistas. Como não sou da área, vou guardar meus comentários.
Entre muitas coisas que ouvi, uma delas diz respeito ao futuro, que não há novos craques surgindo, que estamos numa entressafra, etc, etc, ou seja, o Brasil está distante de uma nova conquista mundial.
Muito longe de ser um fato para desmotivar as novas gerações, a não classificação do selecionado brasileiro é, sim, uma oportunidade de negócio.
Cabe aos instrutores, pais e aos atletas mirins entenderem que técnica, disciplina, humildade e condicionamento físico precisam andar abraçados com garra, comprometimento e dedicação.
Luzes, holofotes e redes sociais são acessórios, não fazem parte do “core business”, não fazem parte do principal que é jogar futebol e ter resultados positivos.
Então, os Bernardos, os Pedros, Rafaéis e tantos outros e outras, precisam, de uma vez por todas, entender isso, jogar bola e deixar de lado a firula, o excesso de aparência e de vaidade.
Afinal, amigos, amigos, negócios à parte!