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Uberaba, 17 de junho de 2019 -

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Lídia Prata
Raquel Ribeiro #FICADICA 02/06/2019

GRIPE
O inverno está chegando e com ele as gripes e resfriados. Para garantir a sua saúde e a da sua família, conte com a melhor equipe de Uberaba e região quando o assunto é vacinação. A Vacinar tem um time de profissionais que faz a diferença na hora da vacinação. E para a campanha contra a gripe deste ano, o time Vacinar está a postos com os dois tipos de vacina. A Tetravalente, que garante a prevenção contra quatro tipos de vírus, e a Trivalente, que previne contra três tipos de vírus. Procure uma das unidades Vacinar mais próximas de você. Em Uberaba, em dois endereços: avenida Santos Dumont, 644, e avenida Guilherme Ferreira, 767. Para dúvidas e atendimento domiciliar, ligue 3316-3700 ou via WhatsApp 9 9652-3700. Não deixe para depois; a imunização é a melhor prevenção.

A VOLTA DOS GIZES DE CERA
Pense em um livro engraçado e pouco, muito pouco provável, até para uma mente criativa como a minha. Acreditem, eu viajo na maionese e é muito, não é pouco não. E nunca pensei que fosse ler uma história tão viajada e, ao mesmo tempo, tão possível de acontecer, se os lápis e gizes de cera tivessem vida. Se A Revolta dos Gizes de Cera eu disse ser imperdível, A Volta dos Gizes de Cera é imperdível ao quadrado. Drew Daywalt e Oliver Jeffers lacraram e gastaram toda a criatividade que Deus lhes deu neste livro. E, se seu filho é como o meu, não tem cuidado nenhum com o material escolar, este livro é um item de primeira necessidade para ajudar você a “adestrar” o garoto e ensiná-lo a importância de cuidar dos pobres gizes de cera. Na história, o distraído Diego, como num passe de mágica, passa a receber cartões postais com mensagens escritas pelos seus gizes de cera, que estão espalhados mundo afora. É a partir desse inusitado mote que o divertido e cativante livro A Volta dos Gizes de Cera continua a hilária história A Revolta dos Gizes de Cera e nos faz viajar e rir muito.

DICA DE DÉCOR: HOME
Não existe nada mais gostoso do que se jogar no sofá para curtir a preguiça, assistir a um bom filme e aproveitar a tranquilidade e o conforto que só a nossa casa nos oferece. Por isso, a dica de hoje é para você deixar a sua sala íntima ainda mais charmosa e aconchegante. Um sofá, uma ou mais poltronas, mesinhas de apoio tanto nos cantos quanto no centro da sala, são indispensáveis para compor o ambiente. E para dar um toque especial no décor, você não pode se esquecer do tapete, do puff e das almofadas.
Esses itens, além de comporem a decoração, vão dar mais conforto para quem for curtir uma tarde inteirinha no home. Aposte nos tons mais sóbrios para o mobiliário e deixe a cor para ser usada nos objetos de decoração e complementos. Usar uma única cor, como, por exemplo, o vermelho, só que em vários tons diferentes, deixa o ambiente lindo e muito sofisticado. Um detalhe superimportante que não pode faltar para alegrar e dar vida ao ambiente são as folhagens e flores. É imprescindível a presença de “um verde” para dar vida e um toque final na decoração.



É DANDO QUE SE RECEBE
Quem nunca ouviu a expressão “é dando que se recebe”? Muitos pensam que ela é bíblica, mas não! No seu sentido literal, não é bíblica. Ela é uma frase atribuída a São Francisco de Assis, em uma oração, e muitos a interpretam de vários modos. 
Na Bíblia, o versículo que se aproxima da expressão está em Lucas 6:38: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”.
No meu entendimento, fica claro, aliás, claríssimo, que a frase de São Francisco, no seu sentido original, não é utilitarista, egoísta e pragmática, como muitos insistem em usá-la por aí. Ela precisa ser entendida com as palavras de Cristo citadas pelo apóstolo Paulo em Atos 20:35: “Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos”. E recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber”.
Ainda na Bíblia, já que estamos falando sobre ela, não dá para ignorar a lei da colheita. Tal lei afirma que: “Aquilo que o homem semear, isso também ceifará”. O que de fato, particularmente, não concordo! Quem somos nós para julgarmos quão merecedor de um sofrimento, uma doença ou uma dor é o nosso próximo? Baseado no que este disse ou fez? E o arrependimento? E o perdão de Deus para com as nossas fraquezas? Isso é muito mais que a lei do retorno entre dar e receber; isso é brincar de Deus, é se achar melhor que o outro para apontar o que você julga ser o plantio certo para que tenha a colheita certa! Isso, meu caro, é papel único e exclusivo de Deus!  Não perca seu tempo avaliando se o caminho pelo qual você está plantando é ou não o de uma boa colheita. Se você está no caminho que faz seu coração vibrar e pulsar em prol do amor e da felicidade, continue, porque é certo também que Deus escreve certo por linhas tortas! 
Entretanto, o dar não deve ter como principal objetivo o recebimento. O dar é uma doação, uma entrega e o seu objetivo é compartilhar, doar-se junto! Não podemos nos utilizar da expressão “é dando que se recebe” como um toma lá, dá cá. A doação deve ser movida pelo amor, e não pelo espírito de barganha. Sei que é inevitável para nós, reles mortais, (na maioria das vezes) não fazer pensando em receber, mas, mesmo que timidamente e em nosso íntimo, esperamos por isso. E não há nada de mal nisso, desde que tenhamos a humildade de esperar o tempo do outro e o que o outro tem a nos oferecer. O problema é que esperamos e queremos tudo a nosso tempo, na nossa intensidade e mais, na forma que conseguimos doar, queremos também receber! Cada um doa aquilo que tem, da forma que consegue e no tempo que lhe é possível. Por isso, é que temos a sensação de que doamos e não recebemos. Acredite: nós sempre recebemos! O que precisamos é aceitar de maneira incondicional aquilo que o outro tem a nos oferecer. O que lhe parece pouco foi suado e sofrido para lhe ser ofertado. Pense nisso! A reciprocidade não será verdadeira se não for uma resposta de amor ao amor recebido. Como escreveu Paulo na primeira carta aos coríntios capítulo 13: “O amor não busca os seus interesses”. Portanto, ame, na sua intensidade, tentando entender, alcançar e receber a intensidade do outro! Acredito que assim consigamos ser mais felizes e reconhecer o que temos recebido e não temos valorizado ou, pior, estamos desvalorizando e desprezando!
Quem nunca ouviu a expressão “é dando que se recebe”? Muitos pensam que ela é bíblica, mas não! No seu sentido literal, não é bíblica. Ela é uma frase atribuída a São Francisco de Assis, em uma oração, e muitos a interpretam de vários modos. 
Na Bíblia, o versículo que se aproxima da expressão está em Lucas 6:38: “Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”.
No meu entendimento, fica claro, aliás, claríssimo, que a frase de São Francisco, no seu sentido original, não é utilitarista, egoísta e pragmática, como muitos insistem em usá-la por aí. Ela precisa ser entendida com as palavras de Cristo citadas pelo apóstolo Paulo em Atos 20:35: “Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos”. E recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber”.
Ainda na Bíblia, já que estamos falando sobre ela, não dá para ignorar a lei da colheita. Tal lei afirma que: “Aquilo que o homem semear, isso também ceifará”. O que de fato, particularmente, não concordo! Quem somos nós para julgarmos quão merecedor de um sofrimento, uma doença ou uma dor é o nosso próximo? Baseado no que este disse ou fez? E o arrependimento? E o perdão de Deus para com as nossas fraquezas? Isso é muito mais que a lei do retorno entre dar e receber; isso é brincar de Deus, é se achar melhor que o outro para apontar o que você julga ser o plantio certo para que tenha a colheita certa! Isso, meu caro, é papel único e exclusivo de Deus!  Não perca seu tempo avaliando se o caminho pelo qual você está plantando é ou não o de uma boa colheita. Se você está no caminho que faz seu coração vibrar e pulsar em prol do amor e da felicidade, continue, porque é certo também que Deus escreve certo por linhas tortas! 
Entretanto, o dar não deve ter como principal objetivo o recebimento. O dar é uma doação, uma entrega e o seu objetivo é compartilhar, doar-se junto! Não podemos nos utilizar da expressão “é dando que se recebe” como um toma lá, dá cá. A doação deve ser movida pelo amor, e não pelo espírito de barganha. Sei que é inevitável para nós, reles mortais, (na maioria das vezes) não fazer pensando em receber, mas, mesmo que timidamente e em nosso íntimo, esperamos por isso. E não há nada de mal nisso, desde que tenhamos a humildade de esperar o tempo do outro e o que o outro tem a nos oferecer. O problema é que esperamos e queremos tudo a nosso tempo, na nossa intensidade e mais, na forma que conseguimos doar, queremos também receber! Cada um doa aquilo que tem, da forma que consegue e no tempo que lhe é possível. Por isso, é que temos a sensação de que doamos e não recebemos. Acredite: nós sempre recebemos! O que precisamos é aceitar de maneira incondicional aquilo que o outro tem a nos oferecer. O que lhe parece pouco foi suado e sofrido para lhe ser ofertado. Pense nisso! A reciprocidade não será verdadeira se não for uma resposta de amor ao amor recebido. Como escreveu Paulo na primeira carta aos coríntios capítulo 13: “O amor não busca os seus interesses”. Portanto, ame, na sua intensidade, tentando entender, alcançar e receber a intensidade do outro! Acredito que assim consigamos ser mais felizes e reconhecer o que temos recebido e não temos valorizado ou, pior, estamos desvalorizando e desprezando!

A NOVELA DO DESPACHO DE BAGAGENS
Nesta semana, a volta do despacho gratuito de bagagens nas aeronaves deu o que falar. Isso porque foi colocada em votação e aprovada uma medida provisória no Plenário da Câmara dos Deputados que proíbe nos voos domésticos a cobrança, por parte das empresas aéreas, do despacho de bagagens.  Na prática, o que muda é que o texto aprovado proíbe, nos voos domésticos, a cobrança, por parte das empresas, de bagagem de:
• Até 23 quilos nos aviões acima de 31 assentos
• Até 18 kg para as aeronaves de 21 a 30 lugares
• Até 10 kg se o avião tiver apenas 20 assentos
Pelo texto, em voos com conexão, deverá prevalecer a franquia de bagagem referente à aeronave de menor capacidade.
Ainda segundo a proposta, nos voos internacionais, o franqueamento de bagagem será feito pelo sistema de peça ou peso, segundo o critério adotado em cada área e na conformidade com a regulamentação específica. Em 2016, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) publicou uma resolução que dá ao passageiro o direito de levar na cabine uma bagagem de mão de até 10 quilos, mas autorizou as empresas aéreas a cobrarem por bagagens despachadas, para que pudessem oferecer preços mais acessíveis ao consumidor, coisa que aconteceu bem timidamente, para não dizer que não aconteceu. Atualmente, bagagens de 23 kg em voos nacionais e de 32 kg nos voos internacionais são cobradas à parte, com um valor adicional ao da passagem. Cada empresa estabelece o critério de cobrança e as dimensões das malas. Caso o presidente Jair Bolsonaro decida não vetar o trecho da MP que proíbe a cobrança por bagagens, a resolução da Anac deverá deixar de valer. Mas ainda tem muita água para rolar, visto que as companhias aéreas, através da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), alegam que a inclusão da franquia mínima de bagagem contraria o objetivo inicial da medida provisória, de aumentar a competividade no setor. Em nota, a Abear diz que: “Ao admitir o retorno ao antigo modelo de franquia mínima de bagagem, o texto retira do consumidor a alternativa de escolher a classe tarifária mais acessível, sem despacho de malas, preferida por dois terços dos passageiros desde a sua implementação, a partir de março de 2017, e novamente afasta o Brasil das práticas internacionais”. É briga de cachorro grande, que ainda vai dar muito o que falar. Vamos aguardar o desfecho do despacho, com ou sem cobrança de taxas.

VEM AÍ
Já estão à venda os ingressos para o tradicional Show Musical, promovido e dirigido pela querida Marta Enes Cruvinel. O espetáculo é beneficente e há vários anos reúne talentos de Uberaba em um só palco. Cantores, Músicos e dançarinos uberabenses dão um verdadeiro show. O evento será realizado nos dias 21, 22 e 23 de junho, às 19h30, no Cine Teatro Vera Cruz. A quem se interessar, os ingressos estão sendo vendidos em vários pontos da cidade, ainda tenho alguns disponíveis para venda, é só entrar em contato via e-mail ou WhatsApp. Nesta semana, pude acompanhar um pedacinho dos ensaios e não é papo de mãe coruja, não. O espetáculo está mesmo imperdível e não há como escolher qual é a música mais bonita; simplesmente, todas são sensacionais. 

ESTÁ ABERTA A TEMPORADA JUNINA
Está aberta a temporada junina, a época do ano que mais amo neste mundo. É festa, música, gente animada, comida gostosa, gostinho de roça, dança de parzinho, correio elegante e, para os mais animados, tem até cadeia do amor. Este ano a temporada se inicia com o tradicional Arraial Apaeno, que acontecerá na sexta-feira, dia 7, a partir das 19 horas, na Apae Uberaba. O ingresso está sendo vendido na Apae e custa R$10,00. Prepare o seu traje junino, vista sua animação e se divirta muito nesta temporada gostosa.

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