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Uberaba, 18 de março de 2019 -

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Leuces Teixeira

A culpa é do WhatsApp!

Caro amigo leitor, conseguimos chegar ao final das eleições – vivo e salvo –, graças ao bom DEUS, mas não foi nada fácil. Quanta felicidade ver os PeTralha$$ derrotados, mas torci para uma diferença em torno de vinte e cinco milhões de votos; onze milhões achei pouco. Na próxima, a diferença será bem maior, se DEUS quiser. 

A vida política administrativa do Presidente e governador eleitos não será nada fácil, tendo em vista as reformas ditas impopulares para o efetivo equilíbrio das contas públicas. Qualquer cidadão consciente, nos dias atuais, que entenda que não há necessidade de reformas está delirando, necessita de tratamento psiquiátrico de alta complexidade. Recentemente, escrevi neste espaço que três são os Poderes constituídos – Executivo, Legislativo e Judiciário –, mas o cofre é único. Não tem como fugir dessa realidade. O Estado não pode mais tratar de forma desigual uma categoria de servidores em detrimento da grande massa trabalhadora – os carregadores de piano –, que verdadeiramente impulsiona o país. O sistema tributário fiscal é um Robin Hood às avessas, ou seja, assola, escalpela os trabalhadores em favor das elites do funcionalismo público e dos grandes empresários de todos os setores – principalmente o setor bancário –, resumindo: tira dos pobres para entregar aos abastados, os apaniguados.

Mas, voltando ao tema “a culpa é do WhatsApp”, dá vômito, enjoo, nojo, asco, em ver a camarilha petista chorando, reclamando, que perdeu as eleições porque foram vítimas de várias armadilhas montadas pelo adversário. E eles, os PeTralha$$, nada fizeram? Comportaram-se de bom mocinho? Não articularam suas maldades? Eles foram os grandes causadores das chamadas fake news – mentiras. Em outras eleições, a anta da Dilma disse que faria o diabo para sair vencedora, e assim o fez. São especialistas em maldades, mau-caratismo, montagens de dossiês, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, enfim, verdadeiras enciclopédias criminais. Verdadeiros doutores no mundo do crime e das falcatruas. Basta perguntar onde está o meliante-mor, o chefe da capo, o molusco sem dedo! Está recolhido numa cela da Polícia Federal, em Curitiba, dando ordens, instruções sobre o que fazer e como fazer; comportando-se como um verdadeiro líder de uma grande organização criminosa, ou seja, o Marcola de Barba!

Fernando Haddad foi para o segundo turno. No outro dia, o mais rápido possível, foi tomar bênção do seu padrinho, prestar contas e aconselhar, onde? Na carceragem de Curitiba! 

Digo mais, o candidato inocente dos PeTralha$$, o bom moço, até à missa foi! Apareceu, com todo o respeito, como um verdadeiro papa-hóstia, portou-se como um homem religioso. Ah, tenha a santa paciência, que falta do que fazer para ganhar a eleição! No day after, sequer telefonou para seu adversário, para, pelo menos, desejar boa sorte. Vai ser mal educado lá nos quintos dos infernos. Olhe, não vai ser nada fácil aguentar e aturar essa gentalha nociva, preguiçosa, que não estuda, não evolui e não quer enxergar que os tempos são outros. Eles estão lá no século XVII. Eita povinho burro e atrasado! Não evolui de jeito nenhum.

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