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16/08/2012

Psicóloga alerta para o risco de depressão durante a gravidez

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Gestantes devem ficar em alerta quanto à depressão durante e depois da gravidez. De acordo com a psicóloga Silvana Messias, a depressão na gravidez é algo bastante sério, podendo tirar a oportunidade da mãe de vivenciar essa gestação e o contato direto com o filho ao nascer.
Já a após a gravidez, é preciso analisar as condições da mãe, para evitar fatos extremos.
“Os sintomas às vezes aparecem, a mãe ignora, a família não percebe e a situação se agrava, gerando a depressão. Assim a gravidez não será vista pela mulher como uma forma prazerosa, e sim como um momento angustiante, além de interferir na relação mãe e bebê, assim que a criança nascer”, explica a psicóloga.
Outro fato que pode acontecer com as mulheres nestas condições é a chamada tristeza materna, às vezes confundida com a depressão pós-parto. “Durante a gravidez, a mulher tem grande aumento de hormônios, e no momento em que o bebê nasce essa taxa de hormônio cai, mexendo com o estado emocional dessa mulher, que fica um pouco sensível. Após o parto, podem surgir alguns sintomas, como tristeza, choro, insegurança e medo de não conseguir cuidar do filho ou realizar tarefas como amamentar e dar banho. Para alguns, estes sintomas podem ser encarados como uma depressão, mas na verdade é tristeza materna, que normalmente dura o prazo máximo de 20 dias”, revela.
Os sintomas da tristeza materna costumam passar com o tempo, mas, se persistirem, podem se tratar de uma depressão, que apresenta características de que a mãe realmente não está bem, com crises de choro, insônia, dificuldade na alimentação, rejeição ao bebê e a sensação de que não consegue cuidar da criança. “São sintomas que precisam ser tratados e não podem ser ignorados, para evitar que cheguem a casos extremos”, afirma.
 



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