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25/07/2012

Novo medicamento para câncer de mama será incorporado no SUS

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O Ministério da Saúde vai incorporar o medicamento Herceptin, também conhecido como Trastuzumabe, um dos mais eficientes medicamentos de combate ao câncer de mama, no Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa faz parte do Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, estratégia para expandir a assistência oncológica no país, lançado pelo governo em 2011, no qual serão investidos R$ 130 milhões por ano.
Em Uberaba, o Hospital Dr. Hélio Angotti, referência no tratamento de câncer, incluindo o de mama, está entre as entidades que receberão o medicamento pelo SUS. A medida é vista com expectativa pelo presidente do HHA e oncologista Délcio Scandiuzzi, que revela haver 200 novos casos de câncer de mama em Uberaba por ano. “Algumas mulheres apresentam uma mutação genética com a hiperexpressão do gene Her2 que traz ao tumor uma maior malignidade podendo levar a mulher rapidamente à morte. O tumor com Her2 positivo é mais agressivo, então se faz um teste para detectar as pacientes que têm o gene alterado. Cerca de 20% dos casos de câncer de mama têm esse gene Her2 alterado, mais comum entre as mulheres jovens. Por isso, temos o Herceptin, um medicamento alvo especial que tem muito pouco efeito colateral por ser dirigido exatamente para aquele defeito no tumor agindo apenas na célula maligna”, esclarece. O problema anterior a esta decisão era o de que o remédio custa entre R$ 8 mil e R$ 10 mil cada unidade, sendo que o tratamento dura cerca de um ano e utiliza-se de 10 a 12 unidades.
Segundo Scandiuzzi, o medicamento começou a ser usado no mundo há cerca de cinco anos e em Uberaba já estava sendo utilizado com frequência, embora a novidade vá facilitar o tratamento para atender pacientes que necessitam do Herceptin evitando batalhas judiciais, perda da qualidade de vida e das chances de cura do câncer de mama. “No Hélio Angotti esse medicamento já é usado rotineiramente e agora facilitará o tratamento dos pacientes do SUS a ajuda do Ministério da Saúde, já que é um remédio de alto custo e de uso prolongado. No caso de uma mulher que acaba de operar e tem indicação de tomar o remédio ele é usado cerca de um ano. Naqueles casos de mulheres, que depois de muitos anos, o câncer volta a se manifestar, e que na época em que foi operada não sabíamos da existência desse medicamento, fazemos o teste e usamos o medicamento, pois ela pode ter o tempo de vida extremamente prolongado com o uso dessa medicação”, afirma o oncologista do HHA.






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