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14/07/2012

Dermatologista alerta para os cuidados com a pele no inverno

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Com o inverno as doenças respiratórias mais comuns nesta época do ano podem se agravar com o frio mais intenso, o que a maioria das pessoas já sabe. O problema é que a estação mais fria do ano também exige atenção para o cuidado com o corpo, principalmente a pele. Com as baixas temperaturas é comum a pele ficar ressecada, com aparência acinzentada e continua exposta aos males dos raios solares. Para evitar esse aspecto e as doenças de pele o Jornal da Manhã conversou com dermatologista que revela as soluções.
Segundo o dermatologista Sandro Furiati, tanto no período de frio quanto de calor a proteção solar deve ser constante. “Sendo que nos dias frios é necessário um cuidado redobrado porque nossa pele fica ainda mais suscetível e sensível durante o frio. Em tempos frios temos baixa umidade do ar e a pele costuma ficar mais ressecada. Então é preciso mudar a tendência de tomar banho quente e passar bucha, porque faz mal para a pele. O ideal é que a temperatura da água chegue a variar em torno dos 35 graus, ou seja, em temperatura morna”, revela. O especialista destaca que mais importante que a preocupação com a temperatura da água é o tempo de banho. “Ficar no banho meia hora vai tirar totalmente a proteção natural da pele. Isso é uma forma de agressão para a pele, que até se recuperar de um banho demorado pode causar problemas depois”, completa.
Sandro Furiati lembra que todo excesso é prejudicial também para a pele, o que é extremamente importante para aquelas pessoas, especialmente mulheres, que costumam exagerar no creme hidratante esperando que a grande quantidade do produto seja capaz de conceder uma proteção maior, o que não é verdade, segundo o dermatologista. “Tudo em excesso pode causar problemas, dependendo do tipo de creme utilizado pode ser até pior do que se a mulher não usasse nada. Ou seja, tem o creme certo para cada tipo de pele e isso tudo deve ser avaliado”, frisa.
O dermatologista afirma ainda que atualmente a compra de um bom creme para a hidratação da pele não está restrito ao poder aquisitivo da população. “Hoje os cremes bons para a pele estão acessíveis para a classe A, B e C, sendo possível fazer formulações especiais para pessoas que precisam e nem é preciso comprar o creme de marca na farmácia, é possível mandar fazer de acordo com o que aquela pessoa precisa e ainda atender a todos os gostos. No aspecto de ter um creme mais cheiroso, há pessoas que não podem com a fragrância de um creme específico. A própria fragrância pode causar ou agravar na pessoa alguma dermatite. Para tratar e hidratar a pele a fragrância não tem relevância nenhuma”, completa Sandro Furiati.






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