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07/04/2015

Em 2015, mais de 570 mil pessoas tero cncer

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 O dia 08 de abril marca o Dia Mundial de Combate ao Câncer. A data foi criada em 2005 por iniciativa da União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) com o objetivo de chamar a atenção das pessoas aos elevados índices da doença. Atualmente, o câncer ocupa o segundo lugar no ranking de causas de morte no país, o que o leva ao patamar de epidemia.

 

Estimativas do meio chegam a um possível total de 570 mil novos casos de câncer no país ainda este ano. O mais incidente deles é o câncer de pele do tipo não melanoma, que deverá atingir cerca de 182 mil pessoas. Em seguida estão os tumores de próstata (69 mil) e mama feminina (57 mil); cólon e reto ocupam a quarta posição, com cerca de 33 mil novos casos, seguido por pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).

 

Sendo o câncer de pele o mais frequente na população brasileira, a dermatologista Giovanna Prata explica que o câncer de pele do tipo não melanoma acontece por exposição solar crônica sem proteção. “Antes de ser uma questão estética, o protetor solar é uma questão de saúde”, orienta. Isso porque o protetor solar é o único meio capaz de proteger a pele contra o câncer do tipo não melanoma.

 

A grande maioria dos casos do tipo não melanoma são curáveis com a remoção. “Ele começa, normalmente, com uma ferida que não cicatriza e, por diversas vezes, o paciente se confunde, acha que é uma espinha que não some ou que machucou na hora de fazer a barba”, explica a dermatologista, que completa a orientação: “Se a ferida não melhorou em um mês, é preciso procurar ajuda”.

 

Além do câncer de pele, o oncologista clínico Rogério Araújo aponta como mais frequentes os de próstata, pulmão, intestino e estômago nos homens e nas mulheres o de mama, intestino, colo de útero, tireoide e estômago. No Triângulo Mineiro, ainda de acordo com o especialista, os mais fatais são nos homens o câncer de pulmão e nas mulheres o câncer de mama.

 

Fatores de risco e tratamento

Além da carga genética, outros fatores levam ao desenvolvimento de câncer, como hábitos e costumes. É sabido que a maioria massiva dos pacientes acometidos pela doença a tiveram ocasionada por fatores externos, como tabagismo, alcoolismo, má alimentação, etc.

 

Com relação ao tratamento, é preciso que ele seja indicado pelo profissional competente de acordo com cada caso especificamente. As possibilidades incluem cirurgia, radioterapia, terapia hormonal, quimioterapia e transplante de medula óssea. “Em muitos casos, é necessário combinar mais de uma modalidade. A cirurgia pode ser a retirada apenas do nódulo, passando por outros tipos e conforme o caso, chegar à retirada total do órgão. O tipo de tratamento dependerá do estadiamento da doença, tamanho do tumor e fatores pessoais, como idade”, explica Rogério.






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