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POLÍTICA

Almir questiona aditivo de 18% na obra de revitalização do centro

Um aditivo que supera os R$260 mil está sendo questionado à Prefeitura pelo vereador Almir Silva (PSD)

08/11/2018 - 22:36:49. Última atualização: 08/11/2018 - 22:37:00.

Um aditivo que supera os R$260 mil está sendo questionado à Prefeitura pelo vereador Almir Silva (PSD). O valor será destinado as obras que estão sendo realizadas na praça Rui Barbosa. 

Segundo o vereador, o total do aditivo é de R$266.160,05, que significa um aumento de aproximadamente 18% no valor inicial da obra, que era de R$1.448.000, passando para um gasto final de R$1.715.000. “Eu entendo que as empresas precisam se programar melhor, e a Prefeitura também”, afirmou Almir. Ele comentou que em toda obra geralmente se pede aditivos. “Talvez as pessoas não tenham a dimensão disso, mas cabe a mim, como vereador, questionar isso”, acrescentou.

Ainda conforme lembrou o vereador, a Prefeitura está passando por um momento difícil, sendo que na última terça-feira (6) os alunos das escolas rurais não puderam estudar por falta de pagamento aos motoristas das vans escolares. Ele contou que várias pessoas procuram o gabinete, reclamando que está faltando fraldas geriátricas nas farmácias do município, assim como medicamentos.

Almir ainda destacou que as obras da praça atrasaram cerca de três meses, o que deve prejudicar os comerciantes, uma vez que a previsão de entrega é para o dia 15 de dezembro, muito próximo ao Natal. “Eu entendo que estes aditivos precisam acabar”, afirmou o vereador. Ele sugeriu que a Câmara analise a possibilidade de elaborar uma lei sobre a previsão de obras, pois primeiro as empresas pedem um prazo, que nunca é cumprido, e depois ainda solicitam aditivos. “A vida é planejamento e é obrigação da Câmara cobrar as informações”, disse Almir. 

O vereador Agnaldo Silva (PSD) concordou que é preciso haver mais planejamento e levantamentos mais precisos. “O governo tem que ter um técnico permanente e eficiente zelando pelos recursos. O setor público precisa ser melhor planejado”, defendeu Agnaldo.

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