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POLÍCIA

Tornozeleira eletrônica chega a presídios do Triângulo Mineiro

Uberlândia, no Triângulo Mineiro, será a segunda cidade do interior do Estado a implantar a tornozeleira eletrônica

18/01/2019 - 00:00:00.

Uberlândia, no Triângulo Mineiro, será a segunda cidade do interior do Estado a implantar a tornozeleira eletrônica, um dispositivo utilizado para o monitoramento de sentenciados e que funciona como um GPS, que emite um sinal de controle para a central de monitoração, localizada em Belo Horizonte, onde servidores do Estado acompanham o deslocamento de cada sentenciado monitorado. 

Nesta sexta-feira (18), às 9h30, a primeira tornozeleira será colocada no preso Cristiano Henrique de Lima, de 26 anos, que cumpre pena na Penitenciária Professor João Pimenta da Veiga. A decisão foi expedida pelo juiz da Vara de Execuções Penais de Uberlândia, Lourenço Migliorini da Fonseca. A partir da implantação, a custódia do preso ficará sob responsabilidade da Unidade Gestora de Monitoração Eletrônica (UGME), da Secretaria de Estado de Administração Prisional. A implantação da tornozeleira será colocada no preso em Uberlândia e todo o processo acompanhado em tempo real pela UGME, em Belo Horizonte.

Inicialmente estarão disponíveis 300 unidades do equipamento para a região do Triângulo Mineiro, cujo polo de monitoração está instalado dentro do Presídio Professor Jacy de Assis. Contudo, o diretor da UGME, Giovani Belloni, esclarece que o Estado tem, por meio de contrato, a possibilidade de alcançar mais monitorados em toda Minas Gerais. “Os polos estão recebendo cerca de 300 tornozeleiras, mas este número não é fechado. Depende da demanda de cada região”, esclarece Belloni. 

Atualmente 1.539 pessoas são monitoradas em Belo Horizonte e Região Metropolitana. Com a expansão para o interior e a inauguração dos polos de Uberlândia, Juiz de Fora, Montes Claros, Governador Valadares, Alfenas e Itajubá o número pode chegar a até 5 mil monitorados, de acordo com a previsão contratual celebrada com a empresa Spacecom. Vale ressaltar que o polo pode atender às várias cidades da região, não ficando restrita a aplicação da monitoração apenas às unidades prisionais da cidade-polo. O custo de uma tornozeleira eletrônica é de R$5,50 por dia, ou seja, R$165,00 por mês, para cada monitorado.

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