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02/12/2008

JM EXTRA Educao

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O azul deixou de ser a única cor que tinge as escolas e seus uniformes. As cadeiras enfileiradas e a ordem alfabética dos diários de chamada da época em que a “princesinha do sertão” experimentava a magia do ler e escrever também não são mais regra. A educação do século XXI abre-se à pluralidade, às múltiplas facetas das lições do dia-a-dia. As “tias” ou “donas” de outrora mostram-se, hoje, simples facilitadoras do saber. Perspicazes, percebem a necessidade de se atualizarem, sabem falar com naturalidade dos atalhos da internet e não perderam a amabilidade. As creches de agora ganharam merecido reconhecimento e profissionais devidamente qualificados. Imprescindíveis, elas são – de fato – a primeira etapa da educação básica.

Neste novo ambiente, o caminho abre-se para o eterno desafio do Ensino Fundamental: a alfabetização. Nunca bastou, mas no mundo globalizado, definitivamente, apenas decodificar símbolos é uma ingenuidade que custa caro. O contexto existe, as possibilidades, também.

O sábio Paulo Freire já dizia que “a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco a sociedade muda”. Ainda que lentamente, as escolas pintaram-se com novos tons, graças ao empenho absoluto dos mestres, da família, das mudanças da legislação e dos próprios aprendizes. Os estranhos olhares da discriminação estão mais atentos. Lado a lado, seres aparentemente diferentes ensinam e aprendem, todos os dias, unidos pelo amor ao novo. Uma evolução deliberada em todos os níveis. Macetes e fórmulas deram lugar a questionamentos. Aliás, qual é o verdadeiro papel da última etapa da educação: preparar para a vida ou para o vestibular? Neste ambiente, o conceito de avaliação se fez diferente e já se fala com naturalidade em “educar para uma vida sustentável”.

Quem poderia imaginar que até os antigos cursos técnicos profissionalizantes, tão fora de moda, iriam reaparecer, representando oportunidades àqueles que – ainda – não têm condições de cursar uma instituição superior? No Ensino Superior, a polêmica está em transformar o aluno em profissional. O que era impensável tornou-se real. Uma vida pode abrigar várias carreiras profissionais.

Nas particulares ou nas federais, com mais ou menos pesquisa, com sistemas de cotas ou não, os avanços da tecnologia e as novas percepções permitiram, sim, a democratização da educação. Um dia, Rubem Alves disse que “não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses”... Cá estamos nós...




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