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Eliana Barbosa - 10/06/2011

Chega de maledicncia

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Você já percebeu como é grande o número de pessoas sedentas por palavras amigas, por incentivo, reconhecimento e inspiração. Isso é um claro sinal de que tem muita gente compreendendo que é preciso ouvir mais, aprender sempre e crescer já! Assim somos todos nós – humanos do terceiro milênio: estamos nos conhecendo melhor e descobrindo que somente com a nossa transformação interior seremos capazes de influenciar na melhoria do mundo em que nascemos.

O mais interessante é que, assim como buscamos apoio daqueles que nos cercam, devemos também ser apoio para eles, numa reciprocidade que nos une e nos faz crescer.

E a melhor forma de fazermos diferença na vida dos outros começa no controle de nossas palavras, evitando lamentações, críticas e condenações. Usar nossa língua para queixar e maldizer é uma triste atitude que retarda nossa evolução como seres espirituais vivendo a vida material.

Somos livres para escolher qual uso faremos deste instrumento poderoso de construção ou destruição – a língua. Mas jamais esqueçamos que semear é uma livre e fácil escolha, mas a colheita do que semeamos é inevitável.

Por isso, vou ensinar para você um exercício bem eficaz que aplico em mim para educar minhas palavras: procure manter um controle bem consciente de todos os seus comentários e, toda vez que você disser algo negativo ou crítico a respeito de alguém – seja quem for – ou de alguma situação, dê um leve tapinha em sua boca e, na mesma hora, fale algo positivo sobre este mesmo assunto. Este exercício não é tão simples quanto parece, porque até se acostumar com uma visão voltada para o bem, o belo e saudável, você terá que se vigiar bastante. Mas eu garanto que, ao final de cada dia de prática, você se sentirá com uma vibração muito mais agradável ao seu redor. E, é claro, atrairá para a sua vida pessoas e acontecimentos dignos de comentários felizes e otimistas. É assim que funciona a Lei da Afinidade. É você quem escolhe o que quer atrair para sua vida! Só você!

Complementando esta reflexão sobre o poder da língua, conta-se que certa vez um rico mercador grego ofereceu um banquete com comidas especiais. Ordenou ao seu escravo que fosse ao mercado comprar a melhor iguaria. Quando o escravo retornou com belo prato, ao remover o pano que o cobria, o mercador disse: “Língua? Este é o prato mais delicioso?” O escravo, sem levantar a cabeça, respondeu: “A língua é o prato mais delicioso, sim senhor. É com a língua que pedimos água, iguaria, chamamos pela nossa mãe,  fazemos amigos, perdoamos. Com a língua reunimos pessoas, dizemos Meu Deus, oramos, cantamos, revelamos nosso amor.”  O mercador, então, querendo testar a sabedoria de seu escravo, mandou-o de volta ao mercado, desta vez para trazer o pior alimento. Assim que o mercador retirou o pano para conhecer o pior alimento, assustou-se: “Língua, outra vez?” E o escravo respondeu: “Sim, língua! É com a língua que condenamos, separamos, provocamos intrigas e ciúmes, blasfemamos. É com ela que expulsamos, isolamos, enganamos nosso irmão, xingamos pai e mãe... Não há nada pior que a língua; não há nada melhor que a língua. Depende do modo que a usamos.”

Como sabiamente disse o Mestre dos Mestres, Jesus Cristo: “A boca fala do que está cheio o coração!”

 

(*)Palestrante; apresentadora de TV e rádio e  autora de livros motivacionais
www.elianabarbosa.com.br




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