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Marco Antnio de Figueiredo - 22/11/2010

Segurana pblica

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Há centenas de anos, os assuntos mais comentados em todas as rodas da sociedade pelos homens, sempre foi mulher, samba, futebol ou política. Já entre as mulheres o assunto sempre foi homens, as liquidações, o vestido que usou naquela festa e a celulite que a ex de seu namorado ou marido deixa transparecer quando usa maiô ou biquíni.

No entanto, as discussões principais mudaram com a globalização, e a evolução tecnológica, nas cinco últimas décadas, devido ao excesso de liberdade que chega às raias da libertinagem, da decadência moral e cultural, da inversão dos valores éticos e sociais.

Nos dias de hoje o bandido, o violento, o corrupto, o viciado e o assassino é o herói, enquanto que aos homens de bem e aos chefes de família só resta planejar meios de criar e executar uma consciência cidadã, combatendo à corrupção e torcer para que suas ideias sejam colocadas em prática, para estancar esta hemorragia sangrenta que ceifa diariamente vidas e mais vidas para o indecente tráfico de mulheres, crianças, órgãos humanos, drogas e armas.

Hoje, 22 de novembro, o Capitão PM, Wesley Rodrigues Rosa, comandará uma reunião com moradores de bairros, tentando colocar em prática mais um modelo de projeto direcionado à segurança, denominado “Rede de Vizinhos Protegidos”, especificamente aos moradores do Jardim São Bento e adjacências.

Projetos como este abraçado pela Polícia Militar têm sido discutido, há algum tempo, por organismos representativos da sociedade civil organizada, coordenados pela União das Lojas Maçônicas de Uberaba e Região, onde são buscadas soluções práticas para o enfrentamento desta crescente onda de violência e a cristalização psicológica da sensação de insegurança em todos os níveis sociais.

As autoridades e representantes classistas locais e regionais deveriam buscar meios para colocar em prática os projetos e sugestões apresentados na denominada “Carta de Uberaba”, principalmente no que se refere a introduzir nos currículos escolares o ensino sobre cidadania, combate à corrupção e valores humanos; criar instrumentos para que o cidadão, agindo como um vigilante social possa relatar, a quem de direito, qualquer situação que contrarie as regras legais da vida em sociedade, assim como colaborar e denunciar a prática de corrupção ativa ou passiva, e tantos outros itens inseridos no documento maçônico.

Diante de tais afirmativas certamente surgirá um coral de dirigentes públicos pessimistas, corruptos e despreparados para governar, cantando em verso e prosa, que não existe verba para tanto. Será verdade tal afirmativa?

Quem já leu e analisou o relatório da Oficina IV da “Carta de Uberaba Para Segurança Pública”, encontrará algumas sugestões para financiar os meios necessários para alcançar a tão almejada segurança pública. O que falta mesmo é vontade social e política para solucionar o problema da segurança.




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