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Eliana Barbosa - 18/12/2009

Neste Natal e sempre...

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É bem comum nesta época de final de ano nos sentirmos mais fragilizados e, assim, inclinados à introspecção, ao autoconhecimento e até a revelarmos nossos mais secretos e dolorosos sentimentos. Isso é bom e precisa ser bem aproveitado para o nosso aprimoramento emocional e espiritual.

Por isso, querido leitor, deixo aqui alguns temas para você refletir, neste Natal, no final do ano e sempre:

•      ACEITAÇÃO – aceitar o que não pode ser mudado e aceitar que você não pode mudar ninguém a não ser você mesmo traz paz interior. Pare de insistir na mudança de quem não quer mudar!

•      PRAZER DE VIVER O PRESENTE – as maiores fontes de sofrimento moram no passado (nas mágoas e culpas que você carrega) ou no futuro (nos medos e na ansiedade que você nutre) – viva intensamente o hoje e o agora!

•      COMPROMETA-SE A SE RELACIONAR MELHOR – se você parar de criticar e condenar aqueles que lhe cercam, certamente seus relacionamentos vão melhorar demais! Procure motivos para ser amável e compassivo e, com isso, colha os frutos da boa convivência!

•       PARE DE DRAMATIZAR SUAS DORES – ao invés de ficar se lamentando pelos sofrimentos da vida, mire-se nas alegrias, seja grato por elas e, com isso, espalhe ao mundo energias positivas de prosperidade e luz. Siga o exemplo ensinado nesse lindo conto, de autor desconhecido: “Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse. ‘Qual é o gosto?’ - perguntou o Mestre.  ‘Ruim’ - disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então, o velho disse: ‘Beba um pouco dessa água’. Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: ‘Qual é o gosto?’   O rapaz respondeu: ‘Bom!’ O Mestre tornou a perguntar: ‘E você sente gosto do sal?’  ‘Não’ - disse o jovem. O Mestre, então, sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse: ‘A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Por isso, quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é transformar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. E torne-se um lago!’ ”

 

(*) palestrante; apresentadora de TV e rádio e  autora de livros motivacionais
www.elianabarbosa.com.br




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