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Mrio Salvador - 22/05/2018

A arte da comunicao

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A frase ficou famosa e está registrada no Aurélio: “Quem não se comunica se trumbica.” E era a marca registrada do apresentador Abelardo Barbosa, o Chacrinha, que a repetia à exaustão em seus programas semanais. Trumbicar-se, segundo Aurélio, é uma gíria que significa “dar-se mal”.

Há quem tenha o dom da comunicação e saiba se relacionar com os outros de maneira agradável, transmitindo mensagens positivas. É o que acontece com Sílvio Santos, que, com quase noventa anos e, apesar de hoje às vezes se mostrar inconveniente em algumas de suas brincadeiras em seus programas de auditório, ainda demonstra domínio da arte da comunicação. Comunicar é saber dar o recado, é persuadir.

E a comunicação bem feita pode ser a garantia de sucesso nas vendas de um produto. E algumas campanhas publicitárias são tão bem feitas, que atingem bons resultados e se tornam inesquecíveis. Assim que a Associação Comercial e Industrial de Uberaba implantou o sinal de televisão na cidade, todos nós, telespectadores, passamos a apreciar a publicidade dos cobertores Parahyba, que era exibida às nove da noite. A animação mostrava três crianças que, com pijama e gorrinho, iam para suas caminhas. Uma delas carregava uma velinha acesa, que era apagada quando as três já estavam deitadas. Enquanto caminhavam, uma voz infantil cantava: “Já é hora de dormir,/ não espere a mamãe mandar./Um bom sono pra você/ e um alegre despertar.”

Nem sempre intervalos de programas na televisão e rádio apresentam vídeos e áudios que visem à venda de produtos. Também o governo – municipal, estadual e federal – se vale de órgãos de divulgação para transmitir propagandas que versam sobre assuntos relevantes para os cidadãos, como o recadastramento biométrico, eleições, vacinação, Enem, Reforma da Previdência...

Uma publicidade ou uma propaganda precisa ser bem elaborada para alcançar o resultado desejado. Um filme que tem sido repassado à exaustão nas redes sociais mostra um homem cego sentado numa calçada. Perto dele há um cartaz manuscrito: “Sou cego. Por favor, me ajude.” Não vamos entrar no mérito de que deficientes visuais podem, sim, trabalhar. O assunto em pauta agora é a comunicação. Hoje vamos nos ater a isso.

Esse homem recebia moedas dos transeuntes. Nada muito significativo. De repente, uma mulher refaz o cartaz, recoloca-o ao lado do homem e segue seu caminho. O homem, sem saber o que ela deixou ali escrito, fica intrigado com a quantidade de moedas que passou a receber a partir de então.

Quando a mulher volta à cena, ele pede que ela explique o que aconteceu. Ela lhe esclarece que apenas parafraseou o apelo dele – reescreveu-o com outras palavras, sem alterar a ideia original: “É um lindo dia e eu não posso vê-lo.”

Fica a mensagem: Quem se comunica bem tem a oportunidade de se sair melhor na vida. Vale tentar.




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