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O superempreendedor

Ser empreendedor no Brasil não é tarefa fácil, pelo contrário, os desafios que cercam o forte

- Por Paulo Leonardo Vilela Cardoso Última atualização: 16/05/2018 - 21:28:12.

Ser empreendedor no Brasil não é tarefa fácil, pelo contrário, os desafios que cercam o forte aventureiro nos meandros diários do exercício da atividade econômica, em nosso País, mostram, com clareza, as inúmeras tarefas que precisam ser rigorosamente cumpridas, sob pena de ser lançado à lama do fracasso.

O mercado concorrencial é um desafio! Não existe atividade econômica que já não tenha uma pessoa ou empresa que exerça o mesmo negócio. Basta andar pela cidade e perceber o grande número de empresas constituídas com o mesmo objeto, seja no ramo da alimentação, construção civil, créditos para aposentados, eletrodomésticos, vestuário, além dos inúmeros outros segmentos.

Não basta ser mais um, e neste ponto o empreendedor deve buscar diferenças especiais não oferecidas pelo concorrente, e ter consigo uma ação profissional, pautada na habitualidade e no conhecimento profundo da técnica do seu negócio. Ora, montar um restaurante sem conhecer tudo aquilo relacionado à atividade empreendida, e não estar ali acompanhando o seu dia a dia,  é o mesmo que pedir para fechar as portas.

Do mesmo modo, não basta o universitário se formar em medicina, direito ou engenharia e esperar que, como médico, advogado, ou engenheiro, o dinheiro chegue ao bolso. Longe disso! É preciso trabalho diuturno e conhecimento profundo daquilo que faz, seja com residências, especializações e cursos de atualização. 

O segredo do sucesso está na persistência, no aperfeiçoamento profundo do objeto escolhido, e no monopólio das informações especiais ligadas ao ramo do seu negócio, pois esta é a característica mais importante dentro do conceito de profissionalismo. O agente empreendedor deve ter informações e conhecimentos sobre a qualidade, o uso, os riscos e os defeitos de seus bens ou de serviços fornecidos. Além disso, deve entrar com astúcia no mercado concorrencial, e saber atrair a atenção dos consumidores e usuários ao ponto de convencê-los a integrar o rol de clientes, pacientes e consumidores.

Como se não bastasse, o empreendedor tem o dever de perseguir informações básicas sobre questões de ordem bancária, contábil, tributária, trabalhista e administrativa, para que não seja levado a rotas capazes de destruir tudo o que foi rigorosamente planejado.

Bata asas, almeje, persista, e busque o conhecimento profundo daquilo que sonha constituir, ao ponto de torná-lo diferente e interessante aos olhos do mercado, e ser capaz de conquistar o seu sucesso. Busque!

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