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Gustavo Hoffay - 05/03/2018

Plano ardiloso

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Que rasgue-se tudo o que aprendemos a respeito de valores e preparemo-nos para enfrentar uma revolução baseada na mesquinhez e na sujeição da família a ideias revolucionárias e impostas por políticos que imaginam-se detentores de uma razão absoluta e não apenas em relação aos menores de suas famílias, mas também aqueles que nasceram e foram criados dentro dos respeitosos sistemas de informação, competência, religiosidade e filosofia das nossas famílias, cristãs e socialmente tradicionais.

Preparemo-nos para uma revolução na nossa cultura familiar, se continuarmos aceitando ser tratados como objetos da manipulação de quem deseja injetar o caos em nossa já tão castigada democracia. Congressistas desejam desmontar valores e implantar uma nova forma de vida em nossa sociedade que, sugerem, “precisa” atravessar o portal da caretice e adentrar a zona da libertinagem geral e irrestrita, em nome de uma modernidade que sequer eles mesmos não sabem definir ou sequer esboçar um mero rascunho.

Vem aí, sob a luz dos holofotes da ignorância e da incompetência, a agenda homossexual e do feminismo nas escolas e tendo como real objetivo o início de uma cruzada contra os valores da tradição judaico/cristã e há séculos enraizados em nossa cultura. Por meio de termos sofismados e distribuídos de maneira impositiva em redes sociais, entende-se que a tradicional educação dos nossos jovens está passando por um processo de reengenharia e engendrado por aqueles que intitulam-se politicamente corretos.

Se até há pouco tempo enviávamos os nossos filhos à escola para adquirirem uma formação baseada nas ciências formais, exatas, experimentais e sociais, agora já devemos preparar-nos para serem oficialmente pervertidos e tendo como base a informação de que a definição da sua sexualidade não mais poderá estar condicionada unicamente às leis da natureza. Caramba! Só tenho um nome para definir essa censurável ideia: tirania; sim, uma tirania de origem ideológica, uma desconstrução da nossa cultura e enraizada na mente dos discípulos tupiniquins de Karl Marx.

Dizem que essa interferência se daria em função do despreparo de pais incapazes de orientarem sexualmente os seus próprios filhos... meu Deus! Francamente... Educação sexual não é e não pode ser assacada, como também não o é a educação sobre prevenção ao uso de drogas e o que, aliás e felizmente, já é quase um consenso em todo o mundo. Imagino estar em curso um plano sutil, ardiloso e sinistro que busca separar o que é natural do que deve ser imposto. A moderninha visão pansexualista sobre a educação dos nossos jovens compromete a formação natural do homem e da mulher, a exemplo do que vem ocorrendo em novelas de TV que, ultimamente, parecem focar a propagação do desvirtuamento da sexualidade e o consequente fim de um grupo ao qual dá-se o nome de família.

Gustavo Hoffay
Leitor


 




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