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Luiz Cludio dos Reis Campos - 13/06/2017

Guido

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Dizem que após os trinta nossa dificuldade de criar novas amizades aumenta e ficamos muito vinculados a amigos que já constituímos. É o período que estamos mais abertos e propensos a estreitar laços de convivência e de partilhar nossas inquietudes e expectativas; e é por aí que surgem as afinidades e cumplicidades. Quanto mais o tempo passa, menos há possibilidade de abrirmos a guarda a novos amigos. Essa, inclusive, era uma máxima da qual sempre me servia em função de achar que meu quadro permanente de grandes amigos já estava fechado. O tempo me tirou dos trinta faz um tempo e nessa quadra da vida que me encontro pude rever esse conceito.  E a vida vai nos oferecendo pistas com as quais precisamos lidar de forma a enriquecer nossa existência nesse lapso temporal por aqui. Falo com a tranquilidade de quem experimenta saborosamente o celebrar de novas amizades que acrescentam e possibilitam revigorar a convicção de que somos capazes de ainda semear em um campo que fertiliza e reanima a alma, porque se está sempre reinaugurando o mais nobre sentimento que é ser e sentir-se amigo. E entre os novos amigos que felizmente a vida ainda me possibilitou alcançar, está o que nos deixou recentemente como um sopro de inacreditável e injusta fatalidade. Meu novo amigo Guido, que se foi adiantadamente. Dizia que já estava adiantado na conversa quando o encontrava e recebia dele um sorriso e um aperto de mão espontâneos e sinceros, que me deixavam à vontade e com vontade de estar em sua companhia. Com tanta amizade que nutria, seguramente, partiu com a alma plena de carinho, admiração e afeto. Era um entusiasta do sucesso de quem gostava. Falava de boca cheia das conquistas, qualidades e virtudes de um amigo. Cinéfilo de requintado gosto, pude, através dele, assistir a alguns filmes recomendados e gravados por ele em DVD com a satisfação de quem entrega uma preciosidade. Dentre alguns que me proporcionou assistir, veio-me “A Última Estação”, que retrata uma etapa da vida de Tolstoy. E como o nome do filme, sua “Última Estação” foi onde sempre quis estar, junto aos amigos celebrando as boas companhias. Gilberto Guido, saudades e muita recordação do breve, porém, farto tempo de nossa amizade. És um homem de bem!

(*) engenheiro-lucrc@terra.com.br




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