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Bruno Daniel de Bragante - 16/06/2016

A contrapartida dos ativismos

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Virou moda. Qualquer reivindicação se tornou um ismo. A luta legítima pela inclusão de direitos cedeu à política comum do extremismo disfarçado de ativismo.

Ao invés de se reivindicar direitos legítimos, passou-se a brigar por entendimentos exclusivos de determinada segmentação social. O problema de se partir para essa vertente é que em todo extremismo há exclusão social.

Ao se levantar uma bandeira do ismo, faz-se necessário ter ciência de que um erro não pode justificar o outro, portanto, a violação de um direito social não dá legalidade a se violar direitos de outra parte da sociedade.

Existem meios legais de se garantir os direitos sociais, e praticar o ativismo cego e egoísta não é um deles. Quaisquer atitude e iniciativa, por mais legítimo que possa ser o objetivo, devem levar em consideração se o caminho a ser percorrido é correto e não traz prejuízo a outros setores da sociedade.

Viver em sociedade é saber respeitar uns aos outros, respeitar o próximo da mesma forma que gostaríamos de receber o devido respeito.




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