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Rita de Lcia de Almeida Ferreira Guimares - 21/03/2016

Quem sabe voc!

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Sempre quis deixar algo. A humanidade é meu alvo. Não por orgulho ou vaidade. É mais por necessidade. Talvez um sentimento de gratidão, por todas as oportunidades de superação, por aprender a perdoar, por receber mais que doar! Fui estudante de pedagogia, seu lema é criatividade e magia, trabalhar com arte, música e dança, requisitos básicos para lidar com criança! Com todas as matérias eu era disciplinada, por uma especialmente era mais inclinada, era pela língua brasileira de sinais, na qual vislumbrei possibilidades sensacionais!

Era a oportunidade almejada para eu deixar minha marca tão sonhada! Não é universal a língua do surdo, o cúmulo do absurdo! Eis o que deixarei pra humanidade atual: criarei o código universal! Independente da língua cativa, ou da terra nativa... se é surdo ou ouvinte, comunicaremo-nos todos com muito requinte!

Aprenderemos uma língua comum que nos permitirá entender qualquer um.

Essa língua não é do surdo somente, é a língua natural da gente! Criança antes de começar a falar usa gestos pra se comunicar. É possível uma língua única, é como a linguagem da música que abarca todas as canções!

Então nos currículos das nações, seria uma disciplina obrigatória mudando o curso da história, e desde os anos iniciais, ilustrando meu pensamento, preste atenção a seguir no exemplo: Um surdo e um ouvinte falante... viajam pra um país distante; o idioma lhes é desconhecido.

Por um aborígene são recebidos. O trio se comunica de igual pra igual, porque dominam a língua universal. Eles se entendem mutuamente. Nesse caso quem é o deficiente? Contudo esbarrei num problema, um grande dilema: O multiculturalismo! Envolvendo cada país e o regionalismo.

Se sinais independem de comunicação verbal, por que tantos sinais pra mesma representação visual? Levantei a questão! Não encontrei lógica na explicação! Contactei com autoridades para tal possibilidade. Confirmaram a inviabilidade. Sequer analisaram a questão, apoiaram-se na cultura para dizer não! Não sou contra cultura, pra mim é crença pura! A cultura no sentido de cultivar devemos nossos conceitos ressignificar! Crença deve ser só respeitada, isso e mais nada! O multiculturalismo incentiva a diversidade, indiretamente rejeita a universalidade.

Não estamos falando de exclusão??? Vejo o multi como uma rejeição. É pro universal que devemos caminhar, pra humanidade toda se unificar. Uma só língua, uma só raça... e a paz alcançaríamos de graça. Sou simples e não famosa, se fosse linda e poderosa..., mais força eu teria e pelo código universal eu lutaria! Quem sabe você é poderoso e se interessa...

A hora é essa! Tente assimilar sobre tudo que leu e faça mais do que eu! Leve a ideia adiante, deixe algo marcante! Como meu? Deixar algo? Não deu certo, espero que você seja mais esperto. Do meu projeto agora me despeço, torcendo pro seu total sucesso!!!

Rita de Lúcia de Almeida Ferreira Guimarães




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