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Dom Paulo Mendes Peixoto - 21/11/2015

Rei universal

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Na liturgia católica, Jesus Cristo recebe o título de “Rei Eterno e Universal”, cuja festa acontece no final do Ano Litúrgico, normalmente, no mês de novembro. É um reinado que se manifesta no amor de Deus para com todas as pessoas que O acolhem. O máximo desse amor acontece no sacrifício da cruz, na doação total pela salvação da humanidade, revelação de sua transcendência.

Além de Rei Eterno, Jesus recebe também o título de “filho de homem”, para dizer que Ele é “ser humano”, é a Palavra que se fez carne e veio morar em nosso meio (cf Jo 1,1s). Com isto, o divino tornou-se humano, para que o humano se tornasse divino. Na Festa de Cristo Rei, encerramos o ano da Igreja colocando em evidência o anunciado pelos profetas, que Jesus nasceria como rei, e seria Rei.

Os poderes do mudo querem dominá-lo, mas seu domínio, em últimas instâncias, pertence a Jesus Cristo, que veio como Rei e com poder Eterno. A história pertence aos homens, mas tudo está nas mãos de Deus, mesmo que isto seja contestado e negado pelos poderes do mundo. O livro do Apocalipse diz que Jesus é “alfa e ômega” (Ap 21,6), o princípio e o fim, tendo tudo concentrado em Si.

A missão de Jesus Cristo foi de instaurar o reino de Deus. Isso veio ocasionar consequências para seus seguidores, porque a construção desse reino foi entregue a nós. Ele começa no tempo, onde deve ser construído, mas tem uma continuidade na eternidade. É um reino de vida, diferente do reino do mundo, onde a morte acontece a todo instante, e de forma totalmente desqualificada.

A realeza de Jesus Cristo não é do mundo. Seu objetivo foi a salvação da humanidade e tinha perspectivas de vida eterna. O mundo passa, os bens adquiridos ficam por aí, as pessoas também terminam seu tempo na terra. O que fica é o bem realizado na construção do reino, a realização da caridade, que terá continuidade também na outra vida. 

(*) Arcebispo de Uberaba




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