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Dom Paulo Mendes Peixoto - 01/11/2014

Dia de Finados

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Está bem presente em nossas vidas o costume de fazer memória dos entes queridos e já falecidos, tanto parentes, amigos ou conhecidos. Isto acontece através de orações, de visita aos cemitérios, a túmulos, que implica também a lembrança dos testemunhos de fé e amor vividos por eles. Acreditamos na recompensa eterna prometida pelos textos bíblicos.

Finados evoca três realidades em todos nós. A primeira é o sentimento de saudade, porque cada um marca seu tempo e as pessoas com quem convive. A segunda é a esperança, principalmente por saber que a morte não tem a última palavra na vida das pessoas. Por último o compromisso que devemos assumir em nossa caminhada ainda no tempo que passa.

O clima de finados tem uma conotação de sofrimento, de perda e de limites, que só é possível ser superada no contexto do mistério da fé. Escapa à nossa capacidade, dentro do mundo visível, o entendimento da realidade concreta da vida após a morte. A promessa de Jesus Cristo é a ressurreição, como fruto de conquista feita na vida terrena.

A morte, numa visão de fé, leva-nos a olhar para o acontecimento da cruz de Cristo, mostrando o rosto misericordioso de Deus. Não é o pecado que conta, e o amor de Deus não está baseado em nossos méritos. A verdadeira esperança não decepciona, porque está fundamentada no mistério da bondade e do amor de Deus em Jesus Cristo.

Celebrar o Dia de Finados não pode ser apenas um sentimento, um lamento, mas também atitude de compromisso com a realidade concreta da vida. É lembrar-se dos que já se foram, mas com os olhos fixados no hoje da história, valorizando e agradecendo pelo que temos e somos ainda.

A referência maior deve estar nas palavras de Jesus: “para que todos tenham vida e vida em plenitude” (Jo 10,10). Deus é defensor da vida, que deve ser administrada por nós, dando a ela o rumo certo, a morada definitiva, que só pode ser no seio eterno de Deus.

(*) Arcebispo de Uberaba




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