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Uberaba, 26 de junho de 2019 -

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CIDADE

Erro em agendamento de exame tira professores do trabalho

Convocação feita no Porta-Voz para o exame de checagem periódica de saúde foi errada e 60 professores ficaram sem dar aulas na segunda-feira (10)

12/06/2019 - 00:00:00. - Por Luiz Gustavo Rezende Última atualização: 12/06/2019 - 09:48:00.

Foto/Reprodução


Declaração enviada por professor que comprova a presença na clínica, mas sem o devido atendimento

Na segunda-feira (10), 60 professores da rede municipal ficaram sem trabalhar e reclamaram de erro na convocação de exames da checagem periódica de saúde por parte da Administração. Queixas de um dos professores, que pediu anonimato sobre sua identidade, foram enviadas ao Jornal da Manhã por meio do serviço “fale conosco”, disponível no site jmonline.com.br

De acordo com o professor, cerca de 60 profissionais do magistério se dirigiram, às 7h, até uma clínica para a realização de exames médicos. Porém, eles ficaram aguardando atendimento durante maior parte da manhã e não foram atendidos. Após o período de espera, até por volta de 10h, alguns dos professores questionaram uma das atendentes sobre a demora e foram informados que houve erro por parte da administração municipal e eles não seriam examinados naquele dia. “Uma atendente se limitou a dizer que o erro não era da clínica”, diz.

Outra queixa do profissional da Educação foi que a Prefeitura Municipal de Uberaba (PMU) fez a convocação no Porta-Voz, órgão oficial de divulgação do governo. “Ainda fizeram publicação da portaria no Porta-Voz”, queixa-se, afirmando que a medida os levou a acreditar que tudo estava correto. O reclamante enviou documento que a clínica emitiu, assinou, carimbou e entregou aos professores, afirmando que o erro foi de responsabilidade da Administração. 

Procurada pelo Jornal da Manhã, a PMU, em nota, admitiu que “houve um erro na publicação do Porta-Voz, convocando os servidores, e que não houve nenhuma demanda por parte das escolas solicitando professores para reposição”. Segundo a resposta, os agendamentos foram feitos previamente e os gestores das escolas se organizaram para não haver prejuízo ao ensino e que no próximo Porta-Voz será publicada a correção com os reagendamentos para o mês de julho, mês de férias escolares.

Na manhã desta quarta-feira (12), a assessoria de imprensa da PMU afirmou que, ao contrário do que diz a denúncia, "não foram 60 professores convocados na publicação do Porta Voz, foram 40 convocados e desses, 10 compareceram, segundo informações da Secretaria de Administração".

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