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CIDADE

Colégio José Ferreira e Faceub têm novo diretor indicado pela CNEC

Nos últimos cinco meses o Colégio Cenecista Dr. José Ferreira passou por um processo de mudança na sua forma de gestão

05/12/2018 - 00:00:00. - Por Thassiana Macedo Última atualização: 05/12/2018 - 07:32:11.

Jairo Chagas


Marcelo Piantkoski conta que o ensino fundamental terá disciplinas para desenvolvimento de aplicativos e robótica

Professor Marcelo Piantkoski assume a direção do Colégio Cenecista Dr. José Ferreira e da Faculdade CNEC de Educação de Uberaba (Faceub). Apresentação à comunidade de Uberaba ocorreu ontem no Centro Cultural Joubert de Carvalho. Com doutorado e mestrado em Educação, Piantkoski é graduado em Filosofia, com especialização em Gestão Escolar e extensão em Antropologia e Teologia. 

Na área de educação há 19 anos, o novo diretor afirma que, nos últimos cinco meses, o colégio, ligado à rede CNEC, passou por um processo de mudança na sua forma de gestão. “Enquanto rede de ensino, a rede CNEC também está passando um grande processo de transformação, no sentido de agregar as suas mais de 90 unidades espalhadas por todo o Brasil, e o Colégio Dr. José Ferreira não é diferente. É uma atualização diante das demandas e necessidades administrativas e burocráticas. Também houve a reestruturação da gestão pedagógica no sentido de otimizar os processos. Temos hoje três coordenadores pedagógicos, sendo um para a educação infantil, para o ensino fundamental I, e outro para o fundamental II e ensino médio, a fim de dinamizar todos os processos pedagógicos”, explica.

Quanto aos projetos sociais implementados na gestão de Danival Roberto Alves, como é o caso da Casa do Caminho, o diretor afirma que a característica principal da rede CNEC é ser uma instituição filantrópica, por isso a mantenedora dará o apoio e o aporte necessários para que o projeto continue atendendo à comunidade de Uberaba e região.

Piantkoski acrescenta que a atual proposta de serviços extraclasse vai continuar, com natação, futsal, dança, música, ginásticas e circo, além das oficinas e estudos orientados, turmas bilíngues, laboratórios, projeto de meio ambiente, sustentabilidade e cidadania. A novidade para o ensino fundamental II será um projeto de empreendedorismo, com disciplinas para desenvolvimento de aplicativos e robótica, educação financeira, entre outras. 

Nova BNC pode ser um guia para estudantes indecisos, diz Piantkoski. O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou a nova Base Nacional Comum Curricular do ensino médio. Redes públicas e privadas terão dois anos para elaborar um currículo comum e outro direcionado, com ênfase em linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas ou ensino técnico. A proposta ainda prevê a possibilidade de que até 40% da carga horária do ensino médio sejam feitos a distância (EaD).

Para o diretor Marcelo Piantkoski, as duas medidas são positivas do ponto de vista educacional. “Direcionar é sempre importante. Evidente que há riscos, pois o direcionamento pode ficar restrito, mas ao mesmo tempo pode ser um guia para aqueles estudantes que ainda estão indecisos na organização do seu projeto de vida. Esse formato de ensino médio que está sendo apresentado tem o viés de contribuir para que o estudante possa escolher, com maior segurança, para concretizar seu projeto de vida”, frisa.

Quanto ao EaD, o diretor destaca que a adoção desse elemento metodológico é um movimento que algumas instituições de ensino já vivenciam e que atende à mudança de comportamento dos próprios estudantes que buscam informações através do smartphone, organizando seus estudos acadêmicos.

 

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