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Uberaba, 17 de agosto de 2018 -

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CIDADE

CDLs em Minas pedem redução de impostos por meio de abaixo-assinado

Manifesto será entregue ao governador Fernando Pimentel em reunião com diretores do Sistema CNDL

- Por Geórgia Santos Última atualização: 13/06/2018 - 07:55:50.

Entidade comercial está fazendo abaixo-assinado para reivindicar redução nos impostos. O assunto foi debatido durante o 10º Encontro de Presidentes das Câmaras de Dirigentes Lojistas Mineiras e o propósito é que cada CDL mobilize os empresários na coleta de assinaturas. O manifesto será entregue ao governador Fernando Pimentel em reunião com dirigentes do Sistema CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).

De acordo com o presidente da CDL de Uberaba, Fúlvio Ferreira, todo setor entende que conseguir a reforma tributária é algo difícil, principalmente porque vai atingir frontalmente os direitos daqueles que irão assinar a reforma, entretanto, ele compreende que é preciso fazer algo. “Não dá mais para suportar o tamanho da carga tributária, é hora de mobilizar e exigir que haja a reforma tributária e, para isso, estamos fazendo o abaixo-assinado”, diz.

Foi criado um modelo de formulário para coleta de assinaturas e peças de divulgação para auxiliar as entidades. Serão válidas apenas assinaturas de pessoa jurídica com CNPJ ativo. A meta é alcançar, no mínimo, 30 mil assinaturas, para serem entregues ao governador e candidatos ao governo. “A CDL de Uberaba está disponibilizando nas redes sociais e na sede as listas para os empresários assinarem e, ainda, para aqueles que querem ajudar na coleta dos nomes, levando até os lojistas”, explica Fúlvio.

De acordo com relatório divulgado pelo Banco Mundial, as empresas gastam em média 1.958 horas/ano para cumprir regras do fisco. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), o brasileiro trabalha cerca de 150 dias por ano só para pagar impostos. O Refis, conquistado após a mobilização de entidades junto ao Congresso Nacional, trouxe alívio para pequenos e microempresários endividados, mas, segundo a FCDL, ainda é urgente uma reformulação na maneira como os impostos são cobrados.

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