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CIDADE

Vendas de uniformes devem aumentar até 20% em relação a 2017

Movimento nas malharias locais aumenta com a venda de uniformes escolares. Desde o início do mês de janeiro o fluxo de clientes aumentou

Última atualização: 19/01/2018 - 15:15:09.

Foto/Sandro Neves


Com previsão de crescimento nas vendas, a confecção também aumentou e foi preciso chamar trabalhadores temporários

Movimento nas malharias de Uberaba aumenta com a venda de uniformes escolares. Desde o início do mês de janeiro o fluxo de clientes aumentou e expectativa é que esteja ainda maior nas próximas semanas. Contudo, é importante que o consumidor se antecipe para que não tenha problemas em caso de encomendas; a dica é buscar a loja 15 dias antes do início das aulas. Na lista de gastos comuns no início do ano, além de impostos e material escolar, também estão os uniformes. Portanto, o movimento das malharias já está maior.

Thiago Boaventura de Abreu é sócio proprietário de uma loja em Uberaba e ele acredita que as vendas de 2018 deverão superar 2017. “Até o momento seguimos o mesmo patamar do ano passado, mas acredito que nas próximas semanas o fluxo deverá aumentar ainda mais, pois muitos deixam a compra do uniforme para a última hora. A nossa expectativa é que haja um aumento de 12% nas vendas. Pelo que pude perceber até agora, o consumidor está mais cauteloso na hora da compra, procurando descontos e benefícios e comprando apenas o necessário”, explica o empresário. Com relação a valores, Thiago revela que tentou não repassar tantos custos, apenas foram repassados os custos de matéria-prima e impostos. “Achamos melhor não aumentar tanto, para que o consumidor não sentisse”, diz.

Gerente de outra malharia de Uberaba, Heitor Siqueira também diz que a loja está lotada. “Prevemos um aumento de 15% a 20% com relação ao ano anterior, e já estamos percebendo isso. Acredito que fluxo também será intenso durante o mês fevereiro, uma vez que as escolas estaduais somente irão retomar as aulas depois do carnaval”, explica o gerente. Heitor revela ainda que, por conta do aumento do movimento, normalmente é preciso contratar trabalhadores temporários e esticar o horário de funcionamento. Para aqueles consumidores que pretendem fazer a compra, é importante se antecipar, não deixar para última hora, pois em alguns casos pode ser preciso encomendar, e o prazo de entrega pode ultrapassar o início das aulas.

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