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Da Redao - 16/07/2017

Prazo para o incio da obra chegou a ser definido em lei, mas nunca foi cumprido

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Foto/Reprodução

Projeto proposto para o calçadão que não foi viabilizado e trocado por um mais simples

Apesar do estabelecimento de prazos - até por força de lei - para a revitalização do calçadão da rua Artur Machado, eles nunca foram cumpridos. A única reforma significativa por que passou o espaço entre a Leopoldino de Oliveira e praça Rui Barbosa se deu no governo do ex-prefeito Marcos Montes, mas que consistiu apenas em refazer o piso, alinhando-o com as calçadas. No governo do ex-prefeito Anderson Adauto, um novo projeto foi concebido, que, para a sua execução, exigia parceria com os lojistas no tocante à padronização das fachadas.

A ideia era de se viabilizar um “shopping a céu aberto”. Para isto, em setembro de 2014, já no governo do atual prefeito Paulo Piau, uma lei chegou a ser aprovada na Câmara Municipal estabelecendo prazo até 19 de março de 2015 para que os lojistas padronizassem suas fachadas e a Prefeitura desse início à revitalização do piso, incluindo as obras de drenagem, necessárias para o local. Contudo, esse prazo nunca foi cumprido. Inicialmente, houve resistência das redes de lojas de âmbito nacional, depois os lojistas passaram a se queixar da crise e o projeto nunca saiu do papel.

Além de um novo piso nas cores vermelha, preta e branca, com desenhos idealizados por Burle Marx [Roberto Burle Marx, 1909-1994, desenhista, pintor, escultor, cenógrafo, figurinista e musicista], o projeto previa a padronização das fachadas, mantendo a arquitetura de cada estabelecimento, com mudanças nas marquises para a instalação de cobertura. Essa estrutura, de acordo com o projeto, teria largura de 1,70m a 2m. Na ocasião do vencimento do prazo estabelecido pela lei [19 de março de 2015], o então secretário de Planejamento, Marcondes Nunes de Freitas, dizia que a Prefeitura já contava com os recursos alocados, mas nunca foram divulgados valores, sob o argumento de que ainda estava em fase de elaboração de orçamento.

Diante do não-cumprimento da lei, o prazo foi dilatado para outubro de 2015, quando uma nova prorrogação foi solicitada pela Câmara de Dirigentes Lojistas, sob alegação da proximidade com o Natal. Assim foi fixado o mês de fevereiro de 2016 para início das obras e, naquela época, segundo o então presidente da CDL, Miguel Faria, os lojistas já estavam prontos para realizar a parte deles, inclusive com empresa contratada, mas tudo não passou de programação.

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