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CIDADE

Comando de greve da UFTM pede suspensão do calendário acadêmico

Comando de greve dos docentes da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) quer suspender calendário acadêmico

- Por Geórgia Santos Última atualização: 04/07/2012 - 00:20:00.

Comando de greve dos docentes da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) quer suspender calendário acadêmico. Para não prejudicar os alunos, que por solidariedade às causas dos professores da universidade federal, que entraram em greve, estão perdendo aulas, a intenção a suspender o calendário acadêmico. A solicitação já foi aprovada pelos membros Conselho de Ensino (Coens).

Segundo representante do comando de greve dos docentes, Bruno Curcino, após duas reuniões extraordinárias, a primeira delas convocada pelos conselheiros do Coens, foi aprovada a suspensão do calendário acadêmico na UFTM, com uma minuta de resolução tendo sido enviada ao Conselho Universitário (Consu), em que proposta deve ser homologada, ou quem sabe ser aprovada com alterações ou mesmo ser reprovada.

“A suspensão do calendário acadêmico é uma vitória conquistada. O nosso principal argumento é, sobretudo, a proteção dos alunos, a garantia de que as atividades serão repostas, pois a partir do momento que o calendário é paralisado, nada do que ocorre durante o período de greve tem validade, aulas, trabalhos ou provas aplicadas, haja vista que tem professores que não aderiram à manifestação e estão ministrando aula. Além disso, recebemos informações de casos de assédio moral, professores que estão dando aula e pressionando alunos para não pararem as atividades”, explica Bruno, ressaltando que a suspensão foi aprovada em assembleia.

Segundo minuta de resolução encaminhada para apreciação do Conselho Universitário e assinada pelo pró-reitor de Ensino, Acir Mario Karwoski, os docentes pedem a suspensão do calendário escolar, a partir do dia 7 de julho até o final da greve. Aos discentes que tiveram prejuízos durante o movimento de greve será assegurada a recomposição de aulas, de conteúdos e avaliações. Ainda segundo a minuta, ao final da greve, os docentes que tiveram interrompidas as atividades acadêmicas poderão repor as aulas.

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