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CRÔNICA DO DIA
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CRNICA DO DIA
27/02/2018

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Atentado em escola americana

Comoção nacional, dor, revolta, críticas ao sistema de segurança. Mais um ato de extrema violência em uma escola dos Estados Unidos aconteceu em 14 de fevereiro deste ano. Nikolas Cruz, um problemático ex-aluno da Marjory Stoneman Douglas High School, situada em Parkland, na Flórida, expulso por motivos disciplinares, armado com fuzil AR-15, semiautomático (que tem alto poder de fogo) e com vários carregadores, invadiu a escola onde estudou e matou dezessete pessoas.

O FBI já havia recebido comunicados sobre Nikolas, jovem com conteúdo perturbador em suas redes sociais e capaz de praticar ato violento contra pessoas. Porém, o assunto não foi apurado. Afinal, é inviável para a polícia vigiar em tempo integral os milhares de suspeitos potencialmente perigosos no país.
Familiares dos mortos e representantes da escola pediram providências ao presidente Donald Trump para que fatos como esse não aconteçam mais. Trump sugeriu armar professores para enfrentarem assassinos em série. Ou apenas professores aptos a manejarem arma. E, ao saber que o atirador tem distúrbios, prometeu melhorar a assistência a casos de saúde mental.

Apesar de Nikolas não poder, aos 19 anos, comprar bebida alcoólica, ele comprou o fuzil legalmente. E seus 17 crimes de homicídio premeditado devem condená-lo à pena de morte, pelas leis da Flórida. Não é o bastante na opinião dos familiares dos dezessete mortos, que pediram maior cuidado na venda de armas e seleção rigorosa dos compradores. O pedido provocou uma correria a lojas especializadas em venda de armas, antes que se adotem medidas restritivas. Mas a Associação Nacional de Rifles é vista como poderoso grupo de pressão a favor das armas e contrário à regulamentação sobre elas nos EUA.
Desde 2012, houve 239 tiroteios em escolas nos EUA; 18 deles este ano. Cada país enfrenta seus problemas pelo uso indevido de armas de fogo. E no Brasil esses problemas são ainda mais críticos do que nos EUA. Em plebiscito, o Brasil votou por desarmar a população. Embora autoridades tenham efetuado o recolhimento de armas, bandidos continuam com seus fuzis. A perturbadora impressão que temos é a de que esses criminosos é que saem ganhando. Já é hora de autoridades dominarem a situação e virarem esse placar.

Mário Salvador

 







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