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REGINALDO LEITE
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REGINALDO LEITE
18/03/2017

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 A Fórmula Indy realizou sua primeira etapa de 2017 no fim da semana passada. Por outra perspectiva, o campeonato norte-americano começou antes da F1 e termina também bem antes, pois teve sua última etapa em setembro de 2016.

Marketing. Por questões de marketing, este campeonato é realizado em praticamente seis meses. Traduzindo, não concorre com esportes mais populares na América.  E este é, inclusive, o tempo que se passou da última etapa de 2016 até a primeira corrida de 2017. Analisando bem, é muito tempo de intervalo.

Prima-dona. Já categoria rainha do público norte-americano, a Nascar, realizou a terceira etapa desta temporada, que tem um total de trinta e sete. Começou em fevereiro e termina no dia 19 de novembro. Na Fórmula Indy, os americanos só têm olhos para as 500 Milhas de Indianápolis.
Inversão. Ano passado, a Penske Chevrolet dominou a temporada, no entanto, perdeu a corrida de maior importância do campeonato. Os japoneses perceberam que não tinham carro para brigar pelo campeonato e focaram todos os esforços nas 500 Milhas.

Inversão ll. Na primeira etapa, realizada no domingo passado no norte da Flórida, vimos que o pacote da Honda para 2017 é muito bom – ao contrário do acontece na F1 –, e vimos Scott Dixon liderar os treinos com sobras e fazer segundo na classificação.

Raridade. Nesta primeira etapa, o veterano Sebastien Bourdais largou da última posição para vencer. Esse tipo de situação só acontece na Indy, com suas muitas bandeiras amarelas. Um veterano piloto larga em último, com um carro considerado o pior do grid e vence, com mais de dez segundos de vantagem para o segundo colocado.

Impossível. Seria mais ou menos como se Felipe Massa largasse na última posição em Mônaco e, sentado numa Sauber, ao final da corrida vencesse as Mercedes e Ferraris com uma boa folga. Ou seja, impossível, a não ser que haja interferências climatológicas.

Implacável. Sebastien venceu com uma diferença de 10.3s para o seu compatriota Simon Pagenaud, da fortíssima Penske, na segunda posição. O austríaco Scott Dixon, da Chip Ganassi/Honda, que era o favorito pelo que tinha mostrado antes, ficou com o último degrau do pódio, 27.4s atrás de Bourdais.

Brazucas. Espera-se mais de nossos pilotos. Kanaan corre na mesma equipe de Dixon e nunca chegou perto dos tempos do companheiro no final de semana inteiro. Na corrida, sofreu uma batida na traseira que o fez perder um bom tempo nos boxes. Ao final, terminou a etapa na décima segunda posição.
Já Hélio Castroneves teve um pouco mais de sorte. Largou de décimo sexto e terminou na sexta posição. E, como sempre, se deu com algumas bandeiras amarelas.

Nascar. A terceira etapa da Nascar foi realizada em Las Vegas. E proporcionou um final sensacional. Martin Truex Jr. foi muito esperto ao dar o bote para cima de Brad Keselowski no momento certo e, assim, conseguiu a vitória.

Estrelas. A vitória de Truex Jr. ficou em segundo plano na mídia, já que Kyle Busch e Joey Logano se estapearam logo após a bandeirada final. Na verdade, Busch foi aos boxes de Logano e o atacou. Logo, Busch se viu envolto de membros da Penske. Ao final de tudo, Kyle apareceu com um corte na testa.

Uma ótima semana!







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