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12/11/2016

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 A penúltima etapa do Mundial de F1 acontece amanhã em “terra brasilis”. E o cenário não poderia ser melhor. Não temos uma torcida animada como a mexicana e nem comportada como a japonesa, porém todos os pilotos sentem o amor e o entusiasmo da torcida brasileira.
Tabu. Para Hamilton, a missão é a mesma das duas etapas anteriores, vencer ou vencer. E ele é capaz disso. Pesa contra ele a sina de nunca ter vencido em

Interlagos. É um tabu de nove anos e que espera quebrar neste domingo.

Marcador. O alemão continua na sua e não precisa vencer. Sua missão é apenas marcar Lewis Hamilton. Mas duas coisinhas devem estar incomodando Nico: suas unidades de potência estão todas no limite. E Lewis tem uma seminova, e a outra é Verstappen, que quase tomou a segunda posição do alemão nas duas últimas etapas.

Tranquilo. Nico Rosberg aparenta estar muito tranquilo. Não demonstra nenhuma aflição e até parece o Iceman. Nico fez uma temporada consistente, com exceção daquele lance em que tentou tirar Lewis da pista na Áustria e se deu mal, e também em Mônaco ele se mostrou ineficiente.

Especial. A calma que o alemão consegue passar contrasta com suas declarações, já que ele quer muito vencer em Interlagos: “Ser campeão em Interlagos seria muito mais especial do que em outros lugares sem a mesma tradição”. E ainda emendou: “Sei da história do esporte aqui no Brasil. Pilotos fenomenais saíram daqui, no passado. E eu adoro assistir às corridas antigas. Realmente gosto da história, e esse é um lugar especial, uma pista lendária”. 

Fechou. A porta da esperança para Felipe Nash correr numa equipe melhor em 2017 se fechou nesta semana. A primeira a decidir foi a Renault, que manteve Palmer na equipe. Sendo assim, restava a Force India que a curto prazo é melhor que a Renault. Mas a Force India decidiu pelo queridinho da Mercedes, Esteban Ocon. A equipe indiana tinha vários pretendentes para a vaga e com muito mais dinheiro que Ocon. Nash era um deles. Na F1 de hoje é difícil acreditar que uma equipe quase sem dinheiro escolha um piloto com talento ao invés de um com muito dinheiro. Parabéns pra eles!

Sombrio. O futuro do nosso único representante na categoria máxima não é dos melhores. Até a vaga na equipe suíça não está garantida. Engraçado é que esta opção estava descartada e agora se tornou a única. O Banco do Brasil é chave do problema. O banco quer diminuir o patrocínio de Nash. E do outro lado da mesa apareceu o Gutierrez, que além de ter muito dinheiro é ligado à Ferrari (fornecedora da equipe suíça). Ficou difícil.
*Massa já havia previsto o risco de não termos nenhum representante em 2017. Já que falamos de Massa, não percam a sua última corrida no Brasil. Vai ser emocionante!!!

Programação do GP do Brasil

3º treino livre - sábado - 11h - SporTV
Classificação - sábado - 14h - SporTV
GP Brasil  F1 - domingo - 14h - Globo

Uma ótima semana!







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