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28/01/2017

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O neurocirurgião Roberto Alexandre Dezena explica que a retirada cirúrgica é a chave do tratamento de tumores na infância

 

 Existem diversos tipos de câncer na infância, dentre eles, os tumores cerebrais. Apesar dos estudos existentes sobre o assunto, a causa das anomalias ainda é desconhecida. Segundo o neurocirurgião Roberto Alexandre Dezena, a identificação de tumores cerebrais em recém-nascidos é possível diante da observação do aumento do perímetro cefálico. 

Já nas crianças maiores, o especialista afirma que a suspeita é levantada por meio de alterações no caminhar, por exemplo. “Elas são decorrentes do fato de a maioria dos tumores na criança ocorrer próximo ao cerebelo, região responsável pela coordenação motora”, explica. 
 

O diagnóstico precoce é possível, próximo ao nascimento, por meio de suspeita clínica e exames complementares, como ultrassom transfontanelar, tomografia de crânio ou ressonância magnética. “Neles, a imagem pode demonstrar com relativo grau de certeza se o tumor é benigno ou maligno”, afirma o neurocirurgião. Dezena acrescenta que o diagnóstico definitivo somente é dado por meio da retirada de parte do tumor em cirurgia, que é enviada para análise. O próximo passo do tratamento envolve exames complementares e até quimio ou radioterapia.
 
O neurocirurgião avalia que a retirada cirúrgica do tumor é a chave do tratamento e pode ser aconselhada na maioria dos casos. Ele acrescenta que as reincidências podem ocorrer principalmente nos tumores malignos.
 
Roberto Dezena argumenta, ainda, que os casos fatais dependerão do tipo de tumor. O especialista reforça que o Sistema Único de Saúde (SUS) cobre totalmente os custos do tratamento dos tumores cerebrais em crianças. “Nosso Hospital de Clínicas da UFTM é centro de referência em todo o Brasil Central em doenças neurocirúrgicas pediátricas”, completa.
 






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