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10/09/2017

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Frederico Zago afirma que não é possível prever a cura para o vírus, mas destaca a evolução no tratamento

 

Parte da comunidade médica mundial acredita que a cura para o HIV está próxima. Esse assunto, que no auge da epidemia sequer era discutido, é encarado hoje por muitos especialistas como “meta”. Para o infectologista Frederico Zago, é impossível precisar daqui a quantos anos isso irá ocorrer. “A comunidade científica já relatou a cura várias vezes e em todas elas errou a previsão”, afirma.

Frederico Zago destaca o propósito da OMS e da Unaids, que é a meta 90-90-90 até 2020. “Seria diagnosticar 90% dos casos, tratar 90% dos casos diagnosticados e baixar para nível indetectável ou ‘zerar’ a carga viral de 90% dos pacientes em tratamento para conseguirmos erradicar a transmissão do HIV até 2030”, argumenta.

O infectologista salienta que a falta do uso da camisinha ainda é um dos principais causadores da transmissão do vírus do HIV. Segundo ele, quando se tem parceiro fixo e não deseja engravidar, a recomendação é usar o preservativo. “Contudo, essa é uma decisão pessoal de cada casal. Hoje dizemos que ter relação desprotegida é estar vulnerável ao HIV. Não usamos mais os termos grupos de risco e comportamento de risco”, destaca.

Conforme pesquisas realizadas em todo o mundo, os jovens e os idosos são os grupos que mais têm registros da doença. Frederico Zago esclarece que os jovens perderam o medo da doença e estão se protegendo menos. Já os idosos não criaram o hábito do uso do preservativo.

O especialista esclarece que ainda não há cura para o HIV. “Temos um tratamento altamente eficaz, que garante a restauração da imunidade e a retomada da qualidade de vida. Todos os medicamentos disponíveis no mundo já são disponibilizados pelo SUS. O Brasil é um dos países modelo em tratamento do HIV”, considera. Ressalta que, nos dias de hoje, o tratamento envolve uma quantidade menor de comprimidos, causando menos efeitos colaterais e resultando em maior eficácia.

 







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