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26/03/2017

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O cardiologista Fábio Vieira Fernandes explica que o exame possibilita um diagnóstico precoce da doença arterial coronariana

 

Uma das principais enfermidades que acometem o coração e podem levar homens e mulheres à morte, a Doença Arterial Coronariana (DAC) é um tipo de doença cardíaca que impede o fornecimento adequado de sangue ao músculo cardíaco, promovendo uma condição potencialmente danosa. A DAC é causada por um crescimento de depósitos gordurosos e ceráceos na parte interna das suas artérias. Esses depósitos são feitos de colesterol, cálcio e outras substâncias do sangue.

Os principais sintomas, que surgem quando os bloqueios já se tornaram graves e ameaçadores à vida, são: desconforto ou dor no peito (angina), falta de ar, fadiga extrema com o esforço, inchaço nos pés, dor nos ombros ou braços. As mulheres podem ter dores atípicas no peito, que podem ser passageiras ou agudas, e percebidas especialmente no abdômen, nas costas ou nos braços.

De acordo com o cardiologista Fábio Vieira Fernandes, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e especialista em Tomografia e Ressonância Cardiovascular pelo Hospital do Coração de São Paulo, quando o paciente apresentar algum desses sintomas é preciso utilizar métodos diagnósticos de forma racional, visando a redução do evento cardiovascular desfavorável. “A Angiotomografia de Coronárias é um exame rápido e não invasivo que utiliza a Tomografia Computadorizada Multislice para visualizar as artérias do coração em alta resolução, com reconstrução tridimensional do órgão, possibilitando um diagnóstico precoce da doença arterial coronariana. Se o paciente já realizou cirurgia ou implantação de stents, o exame também pode auxiliar na avaliação do pós-operatório”, explica o cardiologista.

Ainda segundo Fábio Fernandes, o exame permite visualizar as artérias coronárias e se existe ou não placas de ateroma na parede das artérias que, quando presentes, dificultam a passagem do sangue, podendo causar sintomas de dor torácica e/ou aumentar a chance de um ataque cardíaco futuro. 
Existem atualmente cinco indicações da Angiotomografia de Coronárias no rol da Agência Nacional de Saúde (ANS) que são de cobertura obrigatória pelos planos de saúde. O exame serve para avaliar pacientes com dor torácica que apresente probabilidade pré-teste intermediária como uma opção aos métodos diagnósticos de doença arterial coronária. E também para pacientes com dor torácica aguda com baixo risco cardiovascular (TIMI RISK 1 e 2), sem alterações de eletrocardiograma e enzima cardíaca. É indicado ainda para descartar doença coronária isquêmica em indivíduo com diagnóstico estabelecido de insuficiência cardíaca, em que permanecem dúvidas sobre a origem, mesmo após realizar outros exames complementares. Serve também para pacientes com quadro clínico e exames complementares conflitantes, em que permanece dúvida diagnóstica, mesmo após a realização de análises, bem como para avaliar pacientes com suspeita de coronária anômala.

O cardiologista faz um alerta para quem vai realizar a Angiotomografia de Coronárias. “Esse exame é contraindicado para pacientes com história de reação alérgica grave ao contraste iodado; com alteração renal importante; pacientes que não conseguem realizar pausa na respiração durante 15 a 20 segundos e em alguns casos de arritmia cardíaca e frequência cardíaca elevada”.

Além disso, Fábio Fernandes destaca que as recomendações antes do exame são jejum de 4 horas, frequência cardíaca controlada em torno de 50 – 60 bpm que otimiza a realização do exame, além de proporcionar melhor qualidade técnica das imagens e precisão no diagnóstico. “É recomendado evitar tomar café e bebidas energéticas que aumentem os batimentos cardíacos antes do exame, e verificar a função renal através da dosagem sanguínea da creatinina e ureia”, esclarece. 

 

 

 







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