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UMAS & OUTRAS
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UMAS & OUTRAS
26/12/2011

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Segurança
Se juntarem forças as polícias Civil, Militar, Federal e Guarda Municipal, a coisa vai andar. A PC tem realmente estrutura deficiente. Os investimentos por parte do governo estadual são destinados em sua maioria à PM, que tem efetivo maior e está na rua, mas também tem estrutura insuficiente para o “boom” do crime. E quanto à GM, nada vejo fazer na área de segurança, só multa. É no auxílio à PM, nas ruas, que - penso - deve entrar a GM, não para usurpar esta função, mas para ajudar.

Exemplos
Em municípios paulistas e do Sul as Guardas Municipais têm sido eficazes no combate ao crime. Se a Prefeitura quiser, pode ter uma GM muito mais atuante e parar com este discurso de que segurança pública é dever do Estado (preservar rodovias federais é função do governo federal, não é? Iluminação pública sempre foi responsabilidade da Cemig, não foi?). Os GMs são polícia, tanto que prisões em flagrante efetuadas por eles são reconhecidas pelo STJ desde 2007. Então, é possível, emergencialmente, com recursos que dispomos, incrementar o modelo de segurança pública. Basta os comandantes policiais e políticos locais quererem.

Necrochorume
O Governo Estadual regulamentou a construção de cemitérios. Ponto crucial: evitar a contaminação do subsolo pelo necrochorume. Realmente, nada melhor do que um dia pós outro. Lembrei-me da luta do engenheiro de segurança João Sabino quanto à área próxima ao cemitério São João Batista, destinada pela Prefeitura para o Estado construir o Hospital Regional. “Os sabichões um a um vão se calando quanto à polêmica que levantei. E agora? Estará o Governo Anastasia equivocado quanto à nova lei ou estamos, ele e eu, certos em preservar o subsolo?” A história está de olho!!!

Saques
Não bastassem as explosões de caixas eletrônicos, problemas técnicos na Caixa Federal do centro, algo estranho também ronda o Banco do Brasil. O fotógrafo Luiz Adolfo diz que por dias está havendo saques em sua conta corrente e, mesmo com reclamações, não consegue ressarcimento. “Estou tão assustado que quando vejo um logotipo do Banco do Brasil acho que vou ser assaltado e já levanto os braços”, diz, sem perder o bom humor.

Maus-tratos
Situação semelhante à da enfermeira goiana que ganhou repercussão nacional, em Uberaba, morador do Fabrício teria matado, sábado, a pauladas, um basset que estava na porta de sua casa porque a cadela do infeliz estava no cio.

Menor
Informações seguras dão conta de que furto no Centro Estadual de Educação Continuada de Uberaba (Cesec) teria sido executado por menor (G.) e jovem apelidado de “Perereca”, ambos moradores do conjunto José Barbosa. O crime aconteceu de quarta para quinta-feira. Para entrar no local foram danificados câmera e vidros. De lá foram levados muitos equipamentos novos de informática.

Mudança
A prevalecerem informações extraoficiais, o comando do PSDC na cidade deverá sofrer alteração no início do ano. A executiva estadual estaria insatisfeita com o andamento do partido na cidade, comandado por Hermany Júnior, o “J.Júnior”.

Plano
Outro assunto que continua rendendo é contratação de plano de saúde para o servidor público municipal. O caso ganhou temperatura após publicação de nota da Unimed informando que está fora do certame e da reação do consultor de saúde suplementar Rogério Tauaf, apontando para estrutura ineficiente da operadora para participar do concurso. O assunto é controverso, delicado e realmente envolve interesses diversos de todos os lados: políticos, pessoais, econômicos, institucionais, etc.
 
Alerta
Médico, fonte da coluna, ético, sério e respeitado, sobre clínica própria exigida no edital, analisa que tal sistema representa prejuízos ao trabalho médico e ao livre direito de escolha do profissional pelo cliente. Relata que em Uberaba ele já é realizado pela RN e em diversas ocasiões sua experiência foi negativa. “Fui privado de atender pacientes em meu consultório, visto que a triagem em alguns casos inibiu o atendimento e em outros direcionou para determinados profissionais. O sistema é pernicioso. Dá oportunidades para encaminhamentos seletivos com direcionamentos pessoais do médico ali envolvido, gerando prejuízo à coletividade”, diz.
 
Perigo
O médico não vê isenção na triagem, “que prioriza economia de custos do convênio sem a tão propagada qualidade”. O principal motivo desse sistema - afirma - é o extremo corte de custos para vencer concorrência e, sobretudo, gerar atendimento supervisionado e integrado ao serviço de saúde ocupacional da Prefeitura na tentativa de também dificultar possíveis dispensas do trabalho. E mais, alerta que o previsto no edital torna oneroso ao cliente procurar diretamente o profissional, porque necessita arcar com custos dessa procura (valor integral da consulta).
 
Categoria

Alguns médicos lamentam o sistema de contratação de plano de saúde ao funcionalismo alegando que ele achata ainda mais a possibilidade de melhoria da péssima remuneração aos serviços médicos, afastando bons profissionais. A justificativa é que esse tipo de serviço prima por baixos custos no plano, controle do atendimento (limite de consultas e afastamentos do trabalho) e tradicionalmente não remunera bem os profissionais. Selecionei duas opiniões: “Sem melhoria no valor não há como exigir qualidade e agilidade” e “esse sistema é forma política de oferecer qualidade no papel, mas na realidade há concessões seletivas e supervisionadas do livre direito de escolha pela redução de custos”.

Opinião
Acho que se o texto do certame está regular, legal, então que as operadoras se adaptem dentro do prazo previsto ou não participem, como anunciou a Unimed. Se é ou não a melhor opção para o trabalhador, infelizmente, já era. A licitação está aí após negociação e participação direta do Sindicato dos Servidores. Por isto penso que é sobre o Sindicato e a Prefeitura que os funcionários devem cair matando caso realmente o plano não contemple ou traga armadilhas. O Sindicato é eleito para representar o servidor. Não quero acreditar que tenha se contentado com qualquer coisinha ou deixado passar batidas armadilhas contra o trabalhador.







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