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DE PRIMEIRA
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DE PRIMEIRA
21/08/2009
Waldemar Filmiano - filmiano@jmonline.com.br

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Poupando. Dizem que Deus escreve certo por linhas tortas. Na semana passada, divulguei a suposta pretensão do Uberaba de poupar jogadores para a disputa da Série D, preterindo os jogos da Taça Minas Gerais. Assessoria de Imprensa do USC, no seu melhor estilo, protestou dizendo que isso foi uma invencionice e que nada de oficial partiu daquele setor. Érick poupou Glaysson e Gabriel no jogo contra o Ituiutaba; de certa forma poupou também Danilo, que saiu com menos de 20 minutos de jogo, e Rafael Ipuã, expulso no primeiro tempo.
 
Onipresente. O problema é que o responsável pela assessoria de imprensa do USC age como se o clube fosse propriedade dele e fala com mais autoridade do que o próprio presidente. Mais do que isso, é como se ele fosse onipresente e onipotente. Qualquer informação sobre o Uberaba que não saia do e-mail de Helder Silva, pode ser considerada não oficial.
 
Lástima. Aliás, o trato do Uberaba Sport com a imprensa é uma lástima. No jogo de quarta-feira, o radialista Odeemes Braz, membro da Associação Mineira de Cronistas Esportivos, sofreu para convencer o assessor de imprensa do USC que tinha direito a entrar no Uberabão e transmitir o jogo do colorado. Ficou a má impressão.
 
Direto. Outro companheiro da imprensa local garante que não vai mais recorrer à assessoria de imprensa do Uberaba para obter notícias. Vai direto às fontes: os dirigentes e os jogadores do colorado. Triste saber que o colorado vai acabar prejudicado, por conta de medidas antipáticas de quem deveria facilitar a vida dos profissionais da imprensa.
 
Estágio. O assessor de imprensa do USC, se for enveredar pela profissão, (que ele garante ser apenas um hobby), porque se identifica como empresário, deveria fazer um estágio com o pessoal do Brasília e da Associação Brasiliense de Cronistas Esportivos (ABCD). Tanto a assessoria do Brasília como a ABCD foram impecáveis no trato com a imprensa uberabense. Simpatia cabe em qualquer lugar.
 
Cerceando. Diretor do Uberaba Sport também tentou cercear trabalho de colega, que queria ouvir o árbitro Ricardo Marques Ribeiro sobre a expulsão de Rafael Ipuã. O dirigente temia que o árbitro mudasse o relatório, a partir dos questionamentos. Nada a ver. Apesar de ser impedido de falar sobre os fatos do jogo, Ricardo, que é jornalista, atendeu e muito bem a profissional.
 
Difícil. Se depender do site da Federação Mineira de Futebol vai ser difícil saber o que relatou na súmula o árbitro Ricardo Marques Ribeiro, sobre a expulsão de Ipuã. Até a tarde de ontem estava na Internet apenas a súmula de Funorte e América. O detalhe é que o relatório do árbitro está ilegível. Detalhes só se nos enviarem um fac-símile. Vamos tentar.
 
Despercebido. Mas o Ricardo Marques Ribeiro, apesar de não falar sobre a expulsão de Ipuã, comentou a sua arbitragem. Para ele, o jogo foi tranquilo e seu trabalho chegou a passar despercebido. Os torcedores do colorado não pensam desta forma.
 
Medo Xavier. Que o Ituiutaba tivesse entrado com três volantes tudo bem. Aliás, o próprio Érick Moura recorreu a este esquema para o início da partida contra o Boa. O problema foi o técnico adversário manter os três volantes, mesmo com o adversário com 10 jogadores em campo. No intervalo do primeiro para o segundo tempo, o treinador deveria ter optado pela escalação de mais um meia ou mais um atacante.
 
Melhor. Foi melhor para o USC, que mesmo com 10 jogadores chegou ao gol. Aí acontece a grande incoerência dos treinadores modernos. O Ituiutaba, que tinha 3 volantes passou a ter três atacantes. Acabou o esquema. O USC se segurou e o Ituiutaba atacou sem chegar com perigo ao gol de Arlem.
 
Umidade. Questionado por mim ontem, durante visita ao programa JM Esporte, o volante Gustavo, autor do gol do Uberaba contra o Ituiutaba, não admitiu que a umidade relativa do ar em Brasília tenha prejudicado o time. A grande verdade é que, com a melhora do tempo neste quesito na tarde de ontem, o USC correu muito e mesmo com 10 jogadores em campo, chegou à vitória. Foi muito diferente do que aconteceu no Distrito Federal.
 
Bocão. Esperamos que a umidade relativa do ar tenha realmente pesado no Distrito Federal e que o USC entre em campo com a mesma vitalidade e disposição do segundo tempo de ontem. Falo do segundo tempo, porque sinceramente não gostei do primeiro. Foi um jogo muito morno e não entendi porque durante cerca de 20 minutos, Leandro Bocão atuou muito mais como zagueiro do que como atacante. Afinal, na zaga tivemos Rogério e Rodrigo Mineiro e mais o Balduíno, o Saulo e o Gustavo para protegê-los.
 
Opinião. O atacante até que foi bem na defesa, o problema é que se desgastou muito saindo de trás para o ataque. Na minha opinião, o ideal seria Bocão ficar no ataque para ser servido pelos zagueiros, ou os volantes que fizerem o corte. Por falar em ser servido, André Nascimento desperdiçou uma grande jogada do volante Saulo, que o deixou na cara do gol. Quero acreditar que o gol de André Nascimento vai aparecer na hora certa, para que ele possa desabafar e mandar de vez a urucubaca para longe.
 
Danilo. Com a contusão de Danilo, é provável que André Nascimento tenha oportunidade de jogar neste sábado, contra o Brasília. Bruno Lopes também entrou bem no jogo contra o Ituiutaba. E foi dele a jogada que originou o gol colorado.






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