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14/02/2018

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Redatora Interina- Marilu Teixeira

 


A praça do barulho

Coluna de sábado foi a porta-voz de reclamação de moradores vizinhos da praça Cinira Bracarense, no bairro Mercês, que vivem situação de medo, diante da ocupação do local por dependentes químicos e traficantes. Citei, inclusive, que nela mora o secretário de Desenvolvimento Econômico do Município, José Renato Gomes, que poderia intervir junto ao Prefeito para dar mais assistência ao local.

Esclarecendo
Em resposta à nota, o secretário fez questão de dizer que não usa e não usará seu cargo para se beneficiar de relacionamentos e privilegiar a sua segurança ou a segurança de seus vizinhos. Como cidadão comum, faz também os seus pedidos sem usufruir da sua condição de servidor público.
Que na última quarta-feira, como cidadão comum, solicitou a presença da Polícia Militar em função de problema de segurança. Para ele, a praça onde mora um secretário não pode ser mais segura ou com menos problemas do que outra onde mora o restante da população.

Poluindo o rio
Moradores da comunidade de Peirópolis, bairro rural de Uberaba, reclamam da falta de manutenção da estação de captação de esgoto do Codau. O equipamento transbordou e está vazando para o córrego que fica na divisa de chácara de promotor da cidade. Segundo moradores, a situação está terrível devido ao mau cheiro. E o mais grave, está poluindo o córrego. Abaixo estão restaurantes, chácaras e pousadas. Um horror!

Controle de nível
A reclamação é quanto à falta de manutenção preventiva que poderia impedir o transbordo da estação. Contam, inclusive, que funcionários do Codau vão diariamente ao bairro checar a qualidade da água e o registro do Museu dos Dinossauros e poderiam controlar o nível da capacidade. Assim, o caminhão que descarrega a estação poderia chegar antes dela estar lotada.

Colaboração
Claro que vão dizer que as equipes são distintas e até entendo que uma não deve interferir na área da outra. Mas, o espírito de colaboração deve estar sempre acima se o bem for coletivo. Afinal, uma mão lava a outra...

Vale dos Dinossauros
Falando em Peirópolis, amigos do jornalista Carlos Eduardo Cherém estão recebendo exemplar do livro que ele acaba de lançar: Peirópolis, O Vale dos Dinossauros Brasileiro, com patrocínio da Vale e da CBMM. A publicação tem ilustrações do gênio da paleoarte nacional, o paleoartista uberabense, Rodolfo Nogueira. Entre as referências citadas pelo autor está o blog da jornalista de Uberaba, Rose Dutra. Competência é isso.

Voluntários
Fiéis da Igreja Sagrada Família, no Conjunto Silvério Cartafina, preparam toda sexta-feira 150 marmitex para distribuírem entre moradores de rua. A partir das 3 horas da tarde os voluntários começam a cozinhar para a comida estar pronta às 7 da noite.

Para pensar
O que incomoda é o fato de a igreja possuir um baita salão e a comida ser preparada em quadra da Prefeitura que fica ao lado. Embora coberta, a quadra é totalmente aberta nas laterais, deixando o grupo à mercê das intempéries. E olha que já são 10 anos de atividade do grupo que se dedica a tão nobre missão.

Público especial
Sobrinho do vereador Samuel Pereira, advogado em cidade próxima a Uberaba, visitou o Plenário para assistir à atuação da Câmara e em especial do tio, que por sinal, teve presença marcante em reunião na semana passada, quando entrou em pauta projeto de autoria dele que pedia ao Executivo a instalação de câmeras em escolas.

 

Alfinetando
Falando no projeto, o vereador Franco Cartafina alfinetou o Executivo e o Estado ao mesmo tempo quando decidiu manter o veto do prefeito. Franco disse que o trabalho dos vereadores está muito limitado e quando acham que podem ajudar, o Executivo veta. E disse também que o Estado burocratiza tanto as coisas, que dificulta muito a atuação dos representantes políticos. Pois é, tem vereador querendo trabalhar, mas não deixam, né.

Tolerância zero
As redes sociais viraram local de ataque. Sem dó e piedade, nelas atacam por questões pequenas que acabam tomando proporções estratosféricas, às vezes atingindo até mesmo terceiros inocentes.

Dissabores jurídicos
Exemplo claro são textos cuja autoria é atribuída ao juiz Sérgio Moro. Neles o magistrado conclama a sociedade civil a se organizar para fazer isso e aquilo em defesa da Lava Jato. Os que conhecem um pouco da Lei Orgânica da Magistratura sabem que o juiz não pode ficar se manifestando aos quatro ventos. Quanto a Moro, muito menos ainda porque os holofotes da suspeição estão ligados sobre ele 24 horas por dia. Qualquer deslize pode lhe causar impedimentos, além de outros dissabores jurídicos.

Provas contra si
Segundo alguns juristas, é pouquíssimo provável que Sérgio Moro esteja se prestando a arrumar para a própria cabeça, ou seja, escrevendo textos que servirão de provas contra si mesmo.


Sandro Neves


Quem foi ao comércio de rua fazer compras ontem deu de cara com as portas das lojas fechadas. Apesar de o sindicato informar que as lojas de rua estariam abertas, não foi o que aconteceu.

 

 

 







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