Publicidade Rdio JM
Canais Facebook Twitter RSS RSS
Play Store App Store Estúdio Ao vivo
EDIÇÕES ANTERIORES:
  | 
BUSCA:     
Você está visitando a Edição do dia 15/02/2018

 
JORGE ALBERTO
Tamanho do texto: A A A A
JORGE ALBERTO
15/02/2018
Jorge Alberto Nabut

Compartilhar:



 

  Marise Romano
DUBAI
Beatriz Abdanur ficou mais linda com a touca que a avó Lea trouxe dos Emirados Árabes para ela
Mônica Gianvecchio Manhezzo enfeita nossa página de hoje

 

 

   
 
ESTIMA
Maria Bárbara Barsam em companhia da sempre estimada nora, Luciene
 

 

   
   
 Cristina e Dario Bruno na luxuosíssima mesquita de Abu Dhabi, toda em mármore de Carrara e peças de ouro maciço  Marcondes Freitas e Regina Célia, encantados com a arquitetura ousada dos Emirados Árabes

 

OPULÊNCIA E OUSADIA

“OS MAIORES arquitetos do planeta querem deixar suas marcas em Dubai e Abu Dhabi. Os xeques são idolatrados pelo povo. Dirigem o próprio carro, não têm motorista, mas são donos de tudo, até de times de futebol estrangeiros, como sabemos. A tal mesquita de Abu Dhabi foi construída em nove anos. São 20 mil metros quadrados de mármore italiano e peças de ouro maciço. Uma opulência incrível. Jorge Alberto, você precisa conhecer isso aqui”. Quem sabe, um dia.

O PODER DO DINHEIRO 

“O QUE SE NOTA aqui é o poder do dinheiro. Aqui é uma opulência incrível. Impressionante como os árabes viraram o jogo e souberam investir os petrodólares na construção de cidades luxuosas, com prédios fenomenais, mesquitas cinematográficas. Tudo funciona. Os emirados árabes estão dando show no turismo e faturando alto com essa indústria sem chaminé. Fazendo o deserto ser produtivo, ao modo deles, com inteligência e bom gosto”. 

NOS EMIRADOS ÁRABES

CADA vez mais os ocidentais decolam em direção aos Emirados Árabes, para se surpreenderem com as riquezas de lá. Até a destruição, pelos Estados Unidos e desde os tempos de As 1001 Noites, era a histórica e antológica Bagdá que nos encantava. Jornalista integrante do grupo de uberabenses que passa temporada lá fez ótimas observações para a nossa coluna. Vamos lá.

  

   
   
 Estimados Sumaya e Vander Figueiredo, numa madraça em Bahrein  

 

   
   
 Rose Paolinelli e Lília Bruno em loja sofisticada na capital de Dubai  Ivone e Hélio Massa em hotel de luxo de Abu Dhabi

 

   
   
 Artur Barilari com as filhas Mariana e Giovana em shopping de Dubai  Engenheiro Adeir Pantaleão com Carol Nassif e a neta Luiza em temporada de esqui nos EUA

 

   
   
   

 

RECEBENDO ALUNOS COM DJ
Colégio Nossa Senhora das Dores reiniciou as aulas dia 5 de fevereiro, com momento ecumênico na Capela e recreio especial com a DJ Sara Brito. Plaquinhas divertidas exaltaram o Orgulho Dominicano. Diretora Marta e irmã Maria Helena cantaram com os alunos Semente do Amanhã (Gonzaguinha), reforçando a esperança.

 

   
   
 Enquanto uns brincaram o carnaval, outros “brincaram” de cortar as já poucas árvores da cidade  

 

 

POLÍTICA E INTOLERÂNCIA
CARNAVAL da Sapucaí foi marcado pela política e pelo comportamento social. Da fuga do prefeito Crivella para o exterior às prisões da Lava Jato, passando por políticos corruptos às mazelas da sociedade e intolerância. Por outro lado, não sei se as críticas à intolerância são tão bem-vindas assim. Há chatices impostas pela nova ordem social, que nos obriga a calar a boca, impedindo-nos de fazer qualquer comentário interessante ou inteligente, diante deste ou daquele comportamento humano, cheio de esquesitices, desde sempre. Tudo rolou nos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro, cada vez mais politizado.
 

NOVA ORDEM SOCIAL
AO EXAGERAR nas regras sobre intolerância, a nova ordem social torna-se também repressora, impedindo humor e seriedade nas observações que se pode e se deve fazer. Faz-se silêncio, em qualquer roda, quando se quer comentar comportamento desta ou daquela pessoa, com receio das punições. Para quem escreve, quem cria, ficou mais difícil ainda, vigiado por uma autocensura. Vivenciamos uma ditadura “espontânea”. A sociedade está ficando cada vez mais careta e mais chata.

 

 TAPETE VOADOR

 • Sambas e marchinhas, cadê? – Ruy Castro lembrou bem. Se os blocos ganharam as ruas do Rio, as músicas carnavalescas ainda não despontaram.
• Alô, Alô, Gilmar – Sempre campeões de concursos, João Roberto Kelly soltou a marchinha que fez sucesso no carnaval carioca, sempre de olho no que acontece.
• A letra – Alô, alô, Gilmar/ Eu tô em cana/ vem me soltar/ eu roubei, eu roubei, eu roubei/ não estou preso à toa/ mas no mundo não há quem escape/ de uma conversinha boa.
• Cartel do combustível – “Com imagem desgastada pelo persistente aumento no preço da gasolina, o governo (federal) acusa supostos cartéis de impedir o repasse às bombas de cortes promovidos pela Petrobras e anunciou pedido de investigação ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)”.
O preço não baixa mesmo.
• Paisagismo minguado – Colocar coqueiros (que não produzem sombra e nem umidade ao ar) onde se poderiam plantar árvores frondosas é um erro que a cidade continua cometendo.

 

 

 

 

 







AS EMPRESAS DO GRUPO JM DE COMUNICAÇÃO
JM Magazine JM Online JM JM Extra JM Rádio Vitória
Todos os direitos reservados ao Jornal da Manhã © 2018