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FALA DEPUTADO
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FALA DEPUTADO
11/12/2016
Marcos Montes Cordeiro

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“AGROPECUÁRIA REPRESENTA 48% DAS EXPORTAÇÕES E, EM 2016, DEVE GARANTIR SALDO COMERCIAL DE 72,5 BILHÕES DE DÓLARES; IGNORAR ISSO É TRABALHAR CONTRA O BRASIL”

Linhas de crédito. Bem-vindos! Abro a coluna de hoje com um recado para os produtores rurais. Participei esta semana de reunião com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, o presidente do Banco Brasil, Paulo Caffarelli, e o vice-presidente de Agronegócios, Tarcísio Hübner. A pauta da conversa foi extensa, com atenção especial para as linhas de crédito anunciadas pelo BB.

Propaganda. Lembrei que, independentemente da diretoria que esteja em vigência, o Banco do Brasil se coloca na condição de “principal parceiro do produtor rural”, e sempre procura atrair esta clientela anunciando a disponibilização de linhas de crédito adequadas a cada necessidade.

Realidade. O problema é que a realidade nem sempre é essa. Não é de hoje que os produtores rurais se queixam de dificuldades para conseguirem créditos financeiros – seja para custeio, para investimento, para capital de giro. Expus a situação e pedi ao presidente e ao vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil que façam jus à propaganda de “principal parceiro”.


OLHO NO OLHO. Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi; o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli; o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Marcos Montes, e o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hübner, conversaram longamente sobre os interesses dos produtores rurais

Marcação cerrada. Quero garantir aos produtores rurais que a FPA não tem tido um dia de descanso na luta em defesa do segmento que representa. As queixas e reivindicações levadas, mais uma vez, ao Banco do Brasil, são importantes, mas não são as únicas ações da FPA. Estamos fazendo marcação cerrada também no que se refere às dificuldades jurídicas.

Insegurança jurídica. Não bastasse o impacto da crise econômica brasileira, os produtores rurais também deparam com dificuldades jurídicas trabalhistas e ambientais – principalmente neste último caso, às voltas com a “mão pesada” do Ministério Público. Nem o Ministério do Meio Ambiente escapa de colaborar com a insegurança jurídica no campo.

Saldo comercial. Números recém-divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) confirmam que o setor agropecuário representa nada menos do que 48% de todas as exportações totais do país, e que, em 2016, os produtos do agronegócio deverão garantir um saldo comercial significativo da ordem de 72,5 bilhões de dólares.

Segurando as pontas. Esses números por si só merecem e exigem respeito. São a demonstração pura e simples de que o agronegócio, apesar dos pesares, é o setor que segura as pontas da economia brasileira. Ignorar esta realidade é trabalhar contra o Brasil.

Honrado. Aproveito para agradecer a gentileza dos companheiros da Frente Parlamentar da Agropecuária em escolher meu nome para representar o colegiado na disputa pela Presidência da Câmara dos Deputados para o biênio 2017/2018, cuja eleição acontece em fevereiro. Fiquei orgulhoso e honrado com a escolha e não vou fugir deste desafio.

Complexidade. Entretanto, não é segredo pra ninguém que meu partido, o PSD, tem seu candidato a presidente da Câmara – o companheiro Rogério Rosso, atual líder da bancada. Minha candidatura seria uma alternativa se a candidatura dele não se viabilizasse. Além disso, eu teria que viabilizar minha própria candidatura junto às demais bancadas. A eleição de um presidente de Legislativo é muito complexa.

A bancada. E falando em PSD, eu não poderia encerrar a coluna de hoje sem mandar um abraço especial para os companheiros de bancada na Câmara dos Deputados, que me elegeram para líder em 2017. Vamos trabalhar juntos, em parceria, para fortalecer ainda mais a bancada do PSD – já, sem dúvida, a que mais tem se destacado na luta por um Brasil melhor.

*Marcos Montes é deputado federal, vice-líder da bancada do PSD (líder eleito para 2017) e coordenador regional da legenda no Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba; vice-líder do governo Michel Temer (PMDB) na Câmara; presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), fundador e presidente do PSD de Uberaba (MG), onde é majoritário, tem domicílio eleitoral e foi prefeito em duas gestões. Ele escreve esta coluna semanalmente







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