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MODA & ESTILO
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MODA & ESTILO
16/07/2017
Cristina Vasques - crischamps@gmail.com

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“Christian Dior, Couturier du Rêve”

É a exposição que está sendo supre visitada em Paris, no museu Les Arts Décoratifs, com mais de 300 vestidos de alta-costura não só de criação do fundador da marca, Monsieur Dior, como dos seus sucessores: Yves Saint-Laurent (1957-1960), Marc Bohan (1960-1989), Gianfranco Ferré (1989-1997), John Galliano (1997-2011), Raf Simons (2012-2015) e Maria Grazia Chiuri (2017). Ela comemora 70 anos de existência da Dior não só com roupa, mas fotos, ilustrações, croquis, cartas, anúncios, garrafas de perfume e acessórios – chapéus, joias, bolsas e sapatos. Como Christian Dior era um apreciador da arte, isso também aparece na montagem, que traz uma seleção de pinturas, móveis e objetos.

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Uma exposição fascinante, para ver várias vezes! A história da Maison Dior inteira, contada através dos vestidos, acessórios e muito mais. Quem for a Paris no período de julho deste ano a janeiro de 2018 não pode perder essa oportunidade! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O vestido Opéra Bouffe em seda, do outono-inverno 1956, lançado um pouco antes da morte de Monsieur Dior

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Esse é o vestido Bonne Conduite, da fase Yves Saint-Laurent, da primavera-verão 1958

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Look da fase Christian Dior, o vestido Junon de 1949, com bordados Rébé

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conjunto Gamin em tweed, da fase Marc Bohan para o outono-inverno 1962

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O vestido Palladio da primavera-verão 1992, fase Gianfranco Ferré

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para primavera-verão 2017, Essence d’Herbier by Maria Grazia Chiuri

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Looks clássicos da Dior – o famoso New Look de 1947, o começo de tudo  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Pelo mundo

Veja quem passou a semana viajando e curtindo os melhores lugares do planeta:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Em ST Tropez
Cecila Castro Cunha e seu amigo Tulio Oliveira escolheram a charmosa e sofisticada St. Tropez, 
onde curtem o verão europeu 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Na Sardenha
Alexandre Grendene, Nora Teixeira, Daniel Abreu e Mônica, na paradisíaca Phi Beach 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

EM Gramado
Maria Paula Montes e seu namorado, Luciano Faria, curtiram as vinícolas e as delícias da gastronomia de Gramado 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Em Zurique
Aline Curado Machado Borges visitou os principais pontos turísticos dessa cidade suíça e viajou para a Áustria
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Em Miami
Pri Borges, o maridão, Daniel Belli, e a filhota Giovanna curtiram o sol de Miami e todas as delícias que só essa cidade pode proporcionar! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em Veneza
Bruno Astuto e Sandro Barros passeiam pelos canais da bela e romântica Veneza

 Alta-costura é coisa séria!

Existem vários  ateliês que se autoproclamam de alta-costura, mas a regra é clara: só recebe o título de fato quem faz parte da Chambre Syndicale de la Haute Couture. Para isso, existem diversos fatores necessários, como ter um ateliê próprio onde as roupas são feitas sob medida para o cliente, mediante provas e um time de pelo menos 20 pessoas especialistas em técnicas manuais, trabalhando full time nesse ateliê. Nessa semana, várias grifes apresentaram suas coleções em Paris. Veja:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Fendi alta-peleteria
Pele de marta aparada; pinturas à mão; aplicação em patchwork de diferentes cores, texturas e formatos. O trabalho de alta-peleteria dos ateliês romanos da Fendi é de encher os olhos, com mil costuras fatto a mano que demandam horas e um perfeccionismo típico da alta-costura francesa. 
O tema é floral, portanto Karl Lagerfeld conjura a delicadeza da flor, mesmo que o material, às vezes, tenha que ser trabalhado e recontextualizado para trazer essa leveza.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Elie Saab
Trouxe um universo medieval rico para as passarelas de Paris. Suas princesas e rainhas gostam de bordados dourados, veludos, musselines, capas, decotes profundos, plumas e peles. Vestidos que se arrastam pelo chão 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Valentino na Semana de Alta-Costura de Paris
Seu ponto de partida foram os quadros do espanhol Francisco de Zurbáran e a roupa monástica que já foi um dos ícones da marca em outra fase do estilista. A coleção é arejada, modernista em seu uso de cores e suas modelagens com bastante oversize. O uso das rendas, que normalmente remete ao romantismo na Valentino, é mais severo, quase concretista em sua simetria e blocagem. As transparências e vãos dão bastante sensualidade.
 
 
 A BEBIDA DOS DEUSES
O frio é o melhor clima para apreciar a boa gastronomia. De fato, pouca coisa combina tanto com as baixas temperaturas quanto uma noite à mesa, com pratos quentes e saborosos, principalmente regados a um bom vinho
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O vinho é uma bebida elaborada a partir da fermentação alcoólica do suco de uvas recém-colhidas.
O processo natural de fermentação se dá através das leveduras, que são micro-organismos que se alimentam do açúcar presente no suco da uva, transformando-o em álcool e dióxido de carbono.
De modo geral, as uvas são colhidas uma vez ao ano, preferencialmente quando atingem seu ideal estágio de maturação.
A maturação das uvas pode ser vista como um processo que passa por diversas e importantes etapas. E duas dessas etapas são fundamentais para determinar o momento ideal da colheita, além do potencial de qualidade em determinada safra:
Maturação tecnológica – acompanhamento de açúcares e acidez;Maturação fenólica – determinação dos principais polifenóis: antocianinas e taninos. 

5 harmonizações perfeitas:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Cabernet Sauvignon e carne de panela

Cabernet Sauvignon com carne vermelha é uma daquelas harmonizações clássicas em que não há risco de erro. No caso de uma carne de panela, com o caldo grosso e cheio de sabores, a junção é ainda melhor: o prato contribui para realçar as notas frutadas do vinho.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Chardonnay e fondue de queijo

Quem pensa que vinho branco não é para ser bebido no frio se engana. Prova disso é o fato de que o fondue de queijo, típico dos alpes suíços, leva nos ingredientes uma boa dose de vinho branco seco.
A dica é harmonizar com a própria garrafa usada na receita de fondue, que pode ser um Chardonnay de qualidade ou outro de sua preferência.
   
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Pinot Noir e risoto de cogumelos

O casamento entre os sabores terrosos dos cogumelos frescos e um Pinot Noir envelhecido é um clássico da gastronomia francesa e uma ideia imperdível para quem quer curtir vinhos e pratos de inverno. Como alternativa ao risoto, você também pode apostar num penne com cogumelos ou numa pizza 
de champignons. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Riesling e torta de maçã

Na hora da sobremesa, uma torta de maçã saindo do forno; harmonize essa receita típica dos países germânicos com uma boa garrafa de Riesling alemão e veja como a acidez desse vinho cai como uma luva junto à doçura e às especiarias da torta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vinho do Porto e petit gâteau

Outro favorito do inverno, no final da refeição, é o bolinho recheado com chocolate quente e derretido que, apesar de não vir da França, chamamos aqui no Brasil de petit gâteau. Para terminar o jantar com chave de ouro, abra aquela garrafa de vinho do Porto vintage e use um chocolate mais amargo na receita.

 







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