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MODA & ESTILO
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MODA & ESTILO
11/02/2018
Cristina Vasques - crischamps@gmail.com

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Rainhas de bateria
Hoje e amanhã, elas desfilaram charme e beleza para defender suas respectivas escolas de samba. Confira quem são as estrelas que vão brilhar como rainhas neste Carnaval!

 

   
Viviane Araújo: estreou como rainha de bateria em 2002, pela Mocidade, e neste ano deve desfilar novamente pela Mancha Verde, em São Paulo, e pela Salgueiro, no Rio
 Juliana Paes: neste carnaval, a atriz substitui  Paloma Bernardi no posto de rainha de bateria da Grande Rio

 

   
Sabrina Sato: a estrela deve desfilar pela 15ª vez como rainha na Gaviões da Fiel, de São Paulo, e pela 8ª vez na Vila Isabel, no Rio
 Bianca Monteiro, rainha da Portela, já ficou conhecida como a rainha pé quente. Após 16 anos na ala de passistas, Bianca reinou à frente dos ritmistas da Portela
 

 

   
 Juliana Alves: a atriz, que já desfilou em diversas escolas, continuará no posto de rainha de bateria da Unidos da Tijuca, no Rio, pelo sexto ano consecutivo
 Camila Silva, além de desfilar na Vai-Vai, Camila será rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, no Carnaval do Rio de Janeiro. Ela já ocupou o posto em 2013 e 2017. Sobre as fantasias que usará, a atriz sempre faz suspense!
 

 

   
 Evelyn Bastos, rainha da Mangueira, aos 23 anos, a majestade, apesar da idade, é uma das rainhas com mais histórico do pedaço. Apesar da possibilidade de um futuro bem longo à frente dos ritmistas da verde e rosa, a beldade pensa em eternizar a figura da rainha de comunidade no reinado do “Palácio do Samba” e busca uma sucessora entre as mangueirenses
de raiz
 Gracyanne Barbosa: Gracyanne vai estrear na União da Ilha, do Rio, como rainha de bateria -- ela já ocupou o posto em escolas como Mangueira, Unidos da Tijuca e X-9 Paulistana
 

 

   
Raphaela Gomes já é um nome de destaque no Carnaval, apesar de ter apenas 20 anos. A jovem desfila pelo quarto ano consecutivo na São Clemente e, em 2018, promete arrasar mais uma vez 
 
 

 

   
 
 Raíssa Oliveira, rainha de bateria da Beija-Flor completa 15 anos à frente da bateria da escola de Nilópolis. É rainha da comunidade, começou pequena e só sai do cargo se quiser. Ninguém a ameaça
 

 Quanto riso, oh, quanta alegria!

No Brasil, o carnaval tem as suas origens no período colonial por volta de meados de XVII e foi influenciado pelo entrudo, uma festa de origem portuguesa que antecedia a quaresma. No início do século XIX o entrudo já era uma festa bastante popular em todo o território brasileiro.  No entanto, ao longo do século XIX começou a declinar ano a ano devido a chegada da corte Portuguesa ao Rio de Janeiro e a pressão por parte das elites para que a festa se tornasse mais civilizada. 

Aos poucos as  festas de carnaval foram ganhando novos contornos e nuances. A elitepassou a importar dos países europeus, principalmente a França, bailes e desfiles nas quais se usavam máscaras e fantasias requintadas.  Enquanto isso,  as classes menos favorecidas, a maior parte dos participantes do entrudo, por não dispor de condições finaceiras para frequentar essas festas se viram obrigados ocupar as vias públicas para festejar o carnaval. Dando início assim a muitas das manifestações populares vistas no carnaval até hoje como os blocos de rua, maracatus e frevos.

 
   
 
 No Baile de Carnaval do Copacabana  Palace  Rita Hayworth e
Jorginho Guinle, nos anos 50

 

 

   
 
 Ginger Rogers e Elaine Stewart no carnaval de 1955  

 

   
 
 Carolina Bittencourt e Jorge Sestini, em 2017, quando
chegavam para o baile do Copa
 

 

   
 
 Jamelão intérprete do samba da Estação Primeira de Mangueira, no desfile em que a escola foi campeã com o enredo Carnaval de todos os tempos Rio de Janeiro  

 Já no final do século XIX e ao longo de todo o século XX a importância e a dimensão do carnaval como manifestação popular tornou-se cada vez mais significativa. A criação de inúmeras marchinhas de carnaval caíram no gosto do povo, contribuiu ainda mais para a popularização da festa. Em 1928 foi criada a primeira escola de samba do Rio de Janeiro, a Deixa Falar. E com o passar dos anos novas escolas de samba foram  aparecendo e o carnaval carioca foi tomando a forma atual. Em outras partes do país as festas de carnaval também cresceram e se tornaram relevantes nacionalmente, como exemplos podemos citar   o carnaval de Salvador com os seus característicos trios elétricos e o carnaval de recife com o Galo da Madrugada.   

   
 
 E o carnaval da Mangueira no terceiro milênio. Quanta mudança!
 

Você pensa que cachaça é água Cachaça não é água não
Embora o carnaval seja uma festa nacional, em cada região ela ganha contornos próprios e características que estão intimamente ligadas a cultura e história locais. Veja algumas das  principais festas de carnaval.

Ó abre alas Que eu quero passar
O carnaval é algo que está profundamente enraizado na cultura e história do Rio. Todos os anos a cidade se prepara para receber turistas de todas as partes do país e do mundo. Embora o carnaval do Rio de Janeiro seja reconhecido nacional e internacionalmente pelos desfiles das escolas de samba como Mangueira, Salgueiro e a Beija-Flor na Marques da Sapucaí, ele não acontece no sambódromo. Fazem parte do carnaval e do pré-carnaval da cidade maravilhosa, também, os bailes carnavalescos do Scala e do Copacabana Palace e os blocos de rua como o Cordão do Bola Preta e Simpatia é Quase Amor.

 
   
 
 Leandra Leal é a madrinha do Cordão do Bola Preta
 

 

Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu    

Uma das maiores e mais longas festas de carnaval do Brasil é o de Salvador na Bahia é, predominantemente, um carnaval de rua. Todos os anos milhares de turistas e baianos tomam as ruas de Salvador para brincar o carnaval atrás dos trios elétricos ao som de muita Axé Music, samba-reggae e da batida dos tambores do Olodum. O clima de descontração e alegria toma conta do Circuito Dodô (Barra – Ondina) e do Circuito Osmar (Avenida), os dois principais “palcos” da folia baiana onde blocos de Axé como, o Nana Banana e Cerveja & Cia, e blocos Afro, como o Ile aiyê e os Filhos de Ghandy, comandam a festa.

 

É aqui que eu danço Aqui é que eu canto

   
 
 
 

 

 

Um mar  de cores, ritmos e manifestações culturais como o frevo, o maracatu e os bonecos gigantes de Olinda são alguns dos elementos que fazem do carnaval de Recife e de Olinda um dos mais democráticos e tradicionais do Brasil. Em Recife, o Marco Zero, é onde se concentram os shows dos principais artistas Pernambucanos, mas existem muitos outros pontos e o que não falta são opções para todos os gostos. Outro destaque é o Galo da Madruga, a maior bloco de carnaval do mundo. Já na cidade histórica de Olinda o destaque fica por conta dos Bonecos Gigantes e do Bacalhau do Batata. 

 

Desfile das escolas do Rio
Veja a ordem dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio do carnaval. Serão 13 escolas nos dias 11 e 12 de fevereiro,  uma a mais do que nos últimos anos.

Domingo, hoje

• Império Serrano
• São Clemente
• Unidos de Vila Isabel
• Paraíso do Tuiuti
• Acadêmicos do Grande Rio
• Mangueira
• Mocidade Independente de Padre Miguel

Segunda, 12

• Unidos da Tijuca
• Portela
• União da Ilha
• Salgueiro
• Imperatriz Leopoldinense
• Beija-Flor de Nilópolis.

 
   
 
 Portela é a campeã do carnaval do Rio no ano passado, após 33 anos de jejum. No segundo ano com o carnavalesco Paulo Barros, a escola de Madureira desfilou na avenida as lendas dos rios. Atualmente a Portela tem 22 títulos,
a escola que mais vezes foi campeã. 
 

 Atitudes simples para garantir um bom carnaval

No Carnaval também devemos nos preocupar com o meio ambiente. Por isso, aqui vão algumas dicas para cair na folia e ajudar a preservar o meio ambiente ao mesmo tempo:

Respeite o espaço público
Carnaval é tempo de alegria e, por vezes, a diversão de uns pode acabar invadindo o espaço de outros. Para quem pretende fazer festas no condomínio, atenção para música alta e horário limite para uso das áreas comuns.
É importante também manter as boas maneiras durante os desfiles dos blocos, não jogando lixo no chão e não depredando espaços públicos.

Lugar de lixo é no lixo
Com vários blocos desfilando por toda cidade, a geração de resíduos de todos os tipos acaba sendo muito grande. Latinhas de alumínio, garrafas de vidro, plásticos diversos, serpentinas… Para não deixar todo esse lixo se acumular nas ruas, carregue com você um saco plástico em que possa depositar seu lixo até encontrar uma lixeira adequada para recebê-lo.

Economize água
Cidades turísticas podem enfrentar falta de água em épocas como o Carnaval e por isso vale a pena lembrar de fazer a sua parte evitando desperdícios, principalmente neste momento de crise.

Recicle fantasias
Que tal reinventar a sua fantasia de outro carnaval. Ao adquirir uma nova você está colaborando para a utilização de mais matérias-primas, como água e energia. Para recriar uma fantasia antiga e ser sustentável, você pode usar materiais recicláveis. 

Vai viajar? Desligue os aparelhos!
Se vai aproveitar o feriado para curtir uns dias fora de casa, deve lembrar de tirar os aparelhos elétricos da tomada antes de viajar. O modo stand by de TV, DVD, micro-ondas e computadores mantem o consumo de energia ativo, podendo atingir até 25% a mais; desliga-los é uma atitude sustentável para o seu bolso e para o meio ambiente.

   
 
 Um look do seu dia-a-dia com um enfeite na cabeça e uma make bem carnavalesco, você está pronta para cair na folia com estilo e charme!
 

 Pelo mundo
Viajantes de Uberaba arrumaram suas malas e começaram o ano conhecendo lugares diferentes. Confiram:

   
 
 Ana Julia Maluf curtiu o frio e as delícias de NY Sarah Cecílio na Praia de Cambury, São Sebastião
 

 

   
 
 Ana Julia Maluf curtiu o frio e as delícias de NY Laura Ferreira Batista no Taj Mahal, na Índia

 

   
 
 Leonardo Machado Borges e Taciana no Alcazar de Los Reyes Cristianos em Córdoba Déborah Hallal Jorge no Museo Frida Kahlo no México

 

   
 
 Nana Gondim e seu irmão Henrique curtindo as areias de Guarujá Pedro Cadelca e Fabiana Cadelca nas praias de Trancoso

 







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