Publicidade Rdio JM
Canais Facebook Twitter RSS RSS
Play Store App Store Estúdio Ao vivo
EDIÇÕES ANTERIORES:
 | 
BUSCA:     
Você está visitando a Edição do dia 18/10/2015

 
ENTREVISTA
Tamanho do texto: A A A A
ENTREVISTA
18/10/2015

Compartilhar:


OUTRAS COLUNAS



Deputado Marcos Montes vai participar diretamente das eleições municipais do ano que vem em Uberaba. Ele diz que procura o “novo” para ser o nome para a disputa, mas, caso não consiga, não descarta buscar outra alternativa. Este nome não precisa ser do partido ao qual pertence, o PSD, que, em sua opinião, ainda está “em formação”.

Ele também fala sobre a administração de Paulo Piau (PMDB), que já pertenceu ao seu grupo político. Para o parlamentar, o atual prefeito precisa readequar sua administração para conseguir desenvolver seu trabalho. Evitando polêmica, Marcos Montes reconhece o trabalho de seu principal adversário político, o também ex-prefeito Anderson Adauto (PP). Porém, ele alfineta o sucessor em razão das alterações do projeto “Água Viva”. O deputado aproveita para explicar os motivos que o levaram a se afastar do atual deputado Antônio Lerin (PSB), nome que apoiou para a disputa a prefeito em 2012.

Montes também se posiciona com tranquilidade sobre o fato de presidir a Comissão Especial do Armamento, embora tenha recebido recursos da indústria da arma, e diz que o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) não deve ser considerado golpe, desde que tenha embasamento jurídico.

Jornal da Manhã - Como vice-líder do PSD, partido do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e presidindo um partido da base do governo Dilma Rousseff em Uberaba, não é incoerente fazer oposição explícita à presidente?
MM -
O PSD é um partido em formação. É um partido novo para onde migraram vários deputados de várias linhas políticas para formá-lo. E o presidente Kassab, mesmo ministro, nos dá toda liberdade para colocarmos todas nossas ideias em nossas reuniões internas e expô-las externamente, porque ainda estamos em formação. Ele me deu toda liberdade para apoiar a candidatura do senador Aécio [Neves] à Presidência da República e de Pimenta da Veiga como governador. A minha construção política foi assim. Eu sou de uma formação política que não aceita a forma PT de governar. E ele sabe disso. E não sou eu apenas. Há ainda a turma de Goiás e do Paraná. Dos 37 parlamentares que temos hoje, cerca de 20 – ou seja, mais da metade – têm uma linha de independência. Quando digo independência, é porque o partido ainda está em formação. Tivemos recentemente uma reunião com Kassab, onde esteve presente um deputado de cada Estado. Neste encontro nós expusemos essas condições, reafirmando nossas posições. E como o país está em processo de formação de política nova, quem sabe o PSD não seja o “novo”? Com as divergências de ideias internas no PSD, quem sabe podemos ser uma alternativa que o Brasil está precisando?  

JM - O senhor já disse que vai votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff se o pedido chegar ao plenário da Câmara. Os aliados da presidente dizem que isso é golpe contra a eleição democrática dela e que não existem razões para a aplicação do impeachment. O que o senhor acha disso?
MM -
O impeachment não pode ser golpe. Está previsto na Constituição. Para que seja instalado é necessária fundamentação jurídica. Se ele se instala é porque existem motivos. Nós tivemos aí a derrota da presidente com a rejeição das contas por unanimidade pelo TCU (Tribunal de Contas da União). É motivo para se colocar o impeachment? Uma linha jurídica acha que é, mesmo sendo do mandato passado, o entendimento é que o mandato, na reeleição, é um só, seja do presidente, governador ou prefeito. É uma discussão jurídica que ainda será esgotada. A rejeição das contas é mera formalidade, pois quem aprova é o Congresso Nacional – Senado e Câmara. Depois que isso ocorrer, deveremos ter um motivo jurídico e não um golpe. O Brasil chegou a um ponto de desequilíbrio ético, econômico e político que temos de dar um basta nesta situação. É salutar, para a própria presidente, que o processo de impeachment seja apreciado pelo Congresso Nacional, como ocorreu com então presidente Fernando Henrique Cardoso. O processo dele foi ao Congresso e não alcançou o número de votos suficientes para tirá-lo. Ela tem que se submeter a isso. Chegou um ponto em que a sociedade espera algo. E se não houver voz para tirá-la através do impeachment, que a gente comece um Brasil novo. Mas que saia esse fantasma do impeachment, que não sai da cabeça de todos. Agora, se o processo chegar ao Congresso e for aprovado com 2/3 dos votos, ou seja, a maioria absoluta, que são 342 votos, não será golpe. O que não podemos é viver desta forma que estamos vivendo, com toda essa insegurança e sem definição do rumo a ser seguido. Eu voto pelo impeachment, mas somente se ele for colocado com embasamento jurídico. O que não pode ter é um processo somente porque ela é má gestora. Isso eu já sabia. Mas ela tem que pagar com o mandato pelos erros que cometeu contra a administração pública.  

JM - O senhor votou a favor do financiamento empresarial de campanha. O deputado não acredita que esta sistemática possa manter ou aumentar a corrupção no Brasil diante da relação entre empresas e políticos?
MM -
Eu votei pelo financiamento privado nas campanhas eleitorais. Participei de cinco eleições e em todas eu fui ajudado pelas empresas que acreditaram no trabalho que faço em benefício da sociedade. É correto e prudente que este financiamento seja feito às claras. Todos os meus financiamentos tiveram as contas levadas à Justiça Eleitoral. É uma demagogia, um equívoco enorme, um país como o nosso, carente em saúde, segurança e educação, tirar uma fatia dos recursos para financiar campanha eleitoral. O que confunde é este financiamento que foi feito, principalmente para o PT, através de um processo de corrupção. Um dinheiro sujo, vindo de uma ação que destruiu a maior empresa do país. Esse é um dinheiro que tem que ser vigiado e dadas àqueles que o usaram as suas culpas, como está sendo feito. Já o dinheiro das empresas privadas, os empresários sabem muito bem o que fazer com ele. E este financiamento vai para aprovação pelos conselhos das empresas. É rotineiro nas grandes nações. O que não podemos permitir é aquela história de que rouba, mas é bonzinho. E quando se fala em caixa dois dentro das empresas, o problema é da Receita Federal, mas o caixa dois vindo de recursos públicos é o que está fazendo mal para o Brasil.  

JM - E como acredita que serão as próximas eleições sem o financiamento privado em campanha eleitoral?
MM -
As eleições municipais do ano que vem serão um instrumento para mostrar essa realidade. Mas estamos com uma PEC aprovada na Câmara que restabelece o financiamento privado aos partidos políticos. Ela ainda será apreciada pelo Senado Federal. Não dará tempo para as próximas eleições, mas com ela ficará uma campanha às claras. Se não for assim, como o Estado vai arrumar recursos para as campanhas eleitorais? Não é correto. O dinheiro público tem de ser aplicado na Saúde, na Educação, e não em campanha eleitoral, em um país fragilizado economicamente. Com tantos impostos, vamos pagar mais um pouquinho para fazer campanha eleitoral? Existem países onde até tem financiamento público, mas são países equilibrados política e eticamente. Nosso país está manchado com a falta de ética. É um equívoco muito grande.  

JM - O PSD em Uberaba pretende lançar candidato próprio à sucessão do prefeito Paulo Piau?
MM -
Digo que tenho algumas caminhadas na vida pública. Se conseguirmos lançar candidato próprio nas eleições municipais do ano que vem, será uma das maiores vitórias da minha carreira política. Estou procurando um candidato novo, que nunca participou de processo eletivo e nem de partido político. A sociedade tem que começar a participar. O Brasil foi às ruas, fez protestos. Agora, algumas figuras da sociedade têm que se doar um pouco para a vida de todos. Uma pessoa que tem sucesso em sua vida empresarial, em sua vida familiar, pode ser candidata a prefeito e ser prefeito de Uberaba e de qualquer cidade. Pode ser governador e até presidente da República. 

JM - Mas o senhor pode ser candidato a prefeito em 2016?
MM -
Quando ganhei a última eleição para deputado, eu disse que não seria candidato a prefeito novamente. Vou buscar algo diferente e estou buscando o “novo”. Várias pessoas já se filiaram ao meu partido e em outras siglas também. Não quer dizer que tenha de ser do PSD. Um grande empresário uberabense é o [Marco Túlio] Paolinelli, que já mostrou claramente a sua vitalidade de gestão, de família, de homem de bem. E ele não é do meu partido... 

JM – Então, o senhor confirma que não vai disputar as eleições?
MM -
Confirmo que não serei candidato. Eu quero o “novo” e vou lutar até o fim. Mas é claro que este “novo” precisa aparecer. O quadro precisa ser esse para mim. Mas, caso contrário, terei de repensar. Se eu chegar em abril ou maio e não tiver conseguido convencer ninguém, terei de tomar um caminho. Mas vou repensar isso só em maio do ano que vem. Eu ainda tenho prazo. Mas, garanto, não estarei fora da disputa eleitoral de 2016. 

JM - Qual a sua avaliação do governo de Paulo Piau?
MM -
O Paulo precisa melhorar e muito a administração dele, em todos os setores. Ele só vai conseguirá isso se desmanchar ou readequar essa grande coalizão. Ele teve que servir e ceder para muitos grupos políticos da cidade. O próprio PT está no governo dele, que comprovadamente é um desastre em gestão. Eu tenho divergência política com o Paulo Piau. Até apoiei outra candidatura, do Lerin. Mas nunca escondi que se o Paulo Piau ganhasse a eleição, não me incomodaria. O que me incomodaria seria se fossem outros vitoriosos ou uma candidatura apoiada por determinado político. Eu só lamento que o Paulo tenha ganhado a eleição com um grupo muito grande, amplo, que esteja dificultando ter uma administração em sintonia com a sociedade, somando aí a grande dificuldade que as prefeituras de todo país enfrentam. 

JM - E o que falta hoje para Uberaba?
MM -
É uma cidade privilegiada. Cada um fez um pouco, todos que passaram. Até meu adversário, o Anderson, fez o seu trabalho; nós temos que respeitá-lo. O Paulo está fazendo alguma coisa. Mas falta trabalhar algo que passa por várias administrações, inclusive pela minha, que é a questão da água. Eu fico mais tranquilo porque construí muito neste setor durante minha administração. Quando fui prefeito, sofri muito em razão da falta de água. Mas fizemos muitos reservatórios e construímos o piscinão. Tínhamos um projeto para construir um grande reservatório, que é o Água Viva. Mas o Anderson levou para outro caminho, com o alargamento dos canais, e aí está, dez anos depois, e até hoje não foi concluído, não trouxe resultado algum e ainda continua causando transtornos.  

JM - Mas qual era o seu projeto do Água Viva?
MM -
Meu projeto era fazer dois piscinões, a estação de tratamento de esgoto e a represa, perto do rio Uberaba. Por isso, aprovamos os projetos no Banco Mundial. Mas, infelizmente, eu saí da Prefeitura e o Anderson não continuou o projeto. Acredito que ele quis dar outro viés à sua administração e mudou o Água Viva. A proposta toda também incluía a ligação da Leopoldino de Oliveira com a Claricinda Rezende, já que tinha feito a avenida Nossa Senhora do Desterro, e ainda urbanizar aquele piscinão. Eu saí da Prefeitura, mas consegui o recurso para terminar a urbanização do piscinão. O Anderson só pintou a calçada e plantou flores ali. Mas ele nunca reconheceu isso. O então governador Aécio Neves foi quem me conseguiu os recursos e hoje não existe uma placa, uma fala, uma frase para ele de agradecimento por uma grande obra inaugurada na gestão do Anderson. Eu faço essas críticas porque, quando ele entrou, não precisava desmerecer tanto o nosso governo. Deixamos a casa arrumada, a cidade bonita, com avenidas lindas, como Abel Reis, Henrique Castejon e a própria Nossa Senhora do Desterro, que transformou Uberaba em uma nova cidade e hoje é referência. O Centro Administrativo, inaugurado pelo dr. Odo Adão, local no qual nem entrei. Trouxemos o Caism (Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher), a UAI (Unidade de Atenção ao Idoso), que foi viabilizada através do TAC firmado com a FCA.  

JM - O senhor acredita que não há reconhecimento?
MM -
Eu não estou buscando mérito e sim alertando as pessoas. Reconheço o que o Anderson fez e acho que o Paulo deve reconhecer também. O Anderson pegou a administração no melhor momento econômico do país. Nunca vi construir tanta casa. Ele fez o Jardim Copacabana e abriu a cidade para aquele lado. Mas e o Hospital Regional? Não terminaram até hoje. O Anderson não inaugurou e o Piau também não. E o governo do Estado tem participação nisso. As coisas não andaram. Eu reconheço as coisas positivas que as pessoas fizeram e ajudaram a cidade. Vejo coisas positivas na administração do Piau em um momento econômico complicado que estamos passando. Há ações positivas na administração do Anderson, sem aquela guerra que se causou entre a gente.  

JM - Uma nova aliança entre Marcos Montes e Lerin, nas eleições de 2016, está descartada?
MM -
Tudo na vida é um processo de maturação que às vezes acaba em divergência. Eu tenho muito respeito pelo Lerin. Ele foi um vereador combativo. Quando o apoiei para deputado estadual, fiz isto com muita convicção, e nós tivemos sucesso e ele tem os méritos dele. Quando eu o apoiei para prefeito, com o grupo todo que me apoiava, como o senador Aécio, governador Anastasia, havia uma expectativa muito grande para fazermos o “novo” aqui em Uberaba. Depois das eleições de 2012, eu comecei a me preocupar com as ações que o deputado Lerin vinha assumindo. Algumas mudanças conceituais que eu não concordava. Uma divergência natural. Ele procurou outro caminho, de conhecimento de todos. Eu respeito esse caminho, essa mudança conceitual. Ele sempre dizia que preservava a ética na política, mas, para se ter isto, os seus conceitos não podem mudar. Agora, se as suas companhias mudam dentro dos conceitos preestabelecidos e estas companhias não têm esse conceito como o principal de suas vidas, eu acho que a pessoa estava equivocada. É muito difícil eu me convencer que os conceitos que discutimos estejam sendo preservados. De repente sou eu que não estou conseguindo entender essas mudanças que ocorreram pós-eleições 2012. O Piau venceu as eleições, mas o Lerin foi o grande vencedor. Vereador outro dia, se torna deputado e perde as eleições por pouco. Acho que ele não estava preparado para aquele momento de glória.  

JM - O senhor acredita que o ex-prefeito Anderson Adauto viabiliza a candidatura dele a prefeito em 2016?
MM -
Acho difícil. Se ele foi bloqueado na eleição passada pela Justiça e existem outros processos em cima, é difícil reverter a situação. Mas ele tem o jurídico que está analisando esta condição. Pela história do passado recente, é difícil. Mas a situação das prefeituras está tão difícil, pela falta de recursos, que nem sei se ele quer ser prefeito novamente. 

JM - E para o senhor, Uberaba precisa de um bom prefeito ou de um prefeito bonzinho?
MM -
Isso não separa as pessoas. Eu vi esta declaração e acho que ele [Anderson] quis atingir o prefeito Paulo Piau. Não caminhamos na mesma linha política, mas o Paulo é um homem de bem. Se o bonzinho é ser sinônimo de homem do bem, ético e moral, eu quero um prefeito bonzinho. E também quero um prefeito que seja bom – bom gestor dos recursos públicos.  

JM - Como presidente da comissão especial que prevê a reformulação da Lei do Desarmamento, o senhor realmente acredita que armar as pessoas pode ser uma alternativa para reduzir os índices de violência?
MM -
Como sou presidente, tenho me furtado de dar entrevista por ser intermediador deste debate, mas agora vou falar. Sou favorável a uma readequação do que aí está. Não podemos tirar o direito do cidadão de se defender. Deixar um bandido passar na porta da sua casa e dizer: “Lá não tem arma”; “posso entrar”. Mas ele pode passar na porta da sua casa e pensar duas vezes porque “lá pode ter uma arma”. Não sou a favor de se fazer Justiça com as próprias mãos e nem que o cidadão saia com a arma na cintura. Mas ele tem que ter o direito de defesa e, para isso, é preciso dar mais facilidade para o porte de arma, o que não existe. A decisão é muito cara, burocrática. É preciso ir a um posto da Polícia Federal, realizar curso de tiro, passar por psicólogo. Com tanta dificuldade, as pessoas desistem e buscam o armamento de forma clandestina, na ilegalidade. Algumas coisas devem ser mudadas. Mas não pode ser amplo e irrestrito. O relatório já foi apresentado pelo relator Laudívio Carvalho e está sendo analisado pelos parlamentares. Se for aprovado, vai a plenário. Se não for, existem sete substitutos, sete outras ideias dentro da comissão especial que tenho orgulho de estar presidindo.  

JM - Como o senhor reage às críticas de que recebeu recursos de empresas do setor de armamento, sendo presidente da comissão especial que analisa a possibilidade de se flexibilizar a posse de armas de fogo?
MM -
O homem público sempre fica vulnerável e exposto a estes tipos de críticas e tenho muita tranquilidade e segurança em explicá-las. Eu recebi R$30 mil de uma empresa de armamento, como também recebi ajuda de empresas ligadas ao agronegócio e à mineração. Eu tenho credibilidade para poder dizer que uso o meu mandato para ajudar a sociedade e, por isso, sou contemplado com estas ajudas, que são legais e foram devidamente levadas à Justiça Eleitoral. Esta ajuda não deu 1% do que arrecadei naquela eleição: R$3 milhões. Isso me dá absoluta credibilidade de conduzir essa comissão, da qual não sou o relator. Eu presido a Frente Parlamentar de Agropecuária, que é muito mais forte que esta comissão do armamento, onde muitas decisões importantes são tomadas. Lá também eu recebi ajuda de grandes empresas do setor. É claro que a comissão do armamento dá visibilidade porque tem ONGs e setores envolvidos que não querem discussão, que é polêmica. Eu respeito aqueles que não querem o armamento, mas tenho meu voto.  

JM - O senhor prega em seus espaços de comunicação, inclusive na rede social, que é defensor das demandas dos trabalhadores. A Frente Parlamentar da Agropecuária representa o mundo rural patronal. Como ficam os trabalhadores do campo neste caso?
MM -
Se não tiver o patrão, não há o empregado. Então, no fundo, nós estamos defendendo o empregado. É aquele que tira leite, que capina a roça. A Frente aprovou o seguro-desemprego do trabalhador rural e o encurtamos em seis meses. Aprovamos também a questão da terceirização, que defende o trabalhador rural, mas não passou pelo Senado Federal. Se não defendermos o setor, não haverá emprego. É o agronegócio que sustenta este país. Não sei até quando vai durar isso. Os grandes patrões do setor rural estão levando porradas do governo e mesmo assim eles estão lá, dando emprego ao homem do campo. Em Uberaba, as usinas sucroalcooleiras estão sofrendo devido à péssima visão do governo e, por isso, teremos aqui uns cinco mil desempregados. Mas, trabalhando para manter estas empresas do agronegócio vivas, estaremos mantendo o emprego no campo.







San Marco - 16maio
EDIÇÃO DE HOJE
Edição de Hoje

ENQUETE
Voc concorda com a alterao do horrio de funcionamento de estabelecimentos comerciais e at mesmo da Prefeitura em decorrncia dos jogos da Seleo na Copa do Mundo?





JM FORUM
Voc acredita na briga de faces criminosas como motivao para as recorrentes mortes de detentos na penitenciria de Uberaba?
Comentar


AS EMPRESAS DO GRUPO JM DE COMUNICAÇÃO
JM Magazine JM Online JM JM Extra JM Rádio Vitória
Todos os direitos reservados ao Jornal da Manhã © 2018