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31/12/2017

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Praticamente unânime o posicionamento de entrevistados pelo Jornal da Manhã sobre a perspectiva para 2018, além de situações específicas de cada setor 

E lá se vai mais um ano. 2017 chega ao fim. Foram 12 meses marcados por diversos acontecimentos; fatos positivos e negativos que fizeram de 2017 um ano marcante. O Jornal da Manhã ouviu autoridades do município para um balanço dos principais fatos positivos e negativos de 2017 e as expectativas para 2018, uma vez que será também um ano marcante, com eleições nacionais e a Copa do Mundo. 

Paulo Piau – prefeito de Uberaba:

“Espero para 2018 um ano mais humano, com mais amor e compreensão. Em nível de Brasil, espero que a economia continue no rumo que está, com inflação e juros abaixando, empregos aumentando e mais segurança e estabilidade. Espero que o Congresso Nacional siga o exemplo da Argentina e aprove as reformas. E que o povo brasileiro tenha consciência sobre o voto, para que sejam eleitos governantes condizentes com a nossa necessidade. É ano de Copa do Mundo e estou convicto de que seremos hexacampeões. Que a União cuide mais da segurança. E quanto ao Estado, que tenhamos uma gestão melhor, que faça esforço maior para atrair investimentos e que cumpra o papel de melhorar a segurança pública. Para Uberaba, que o nosso município continue crescendo, atingindo índices favoráveis; que o transporte coletivo melhore, entre outros desejos positivos”. 

Luiz Humberto Dutra – presidente da Câmara Municipal de Uberaba:

“Para 2018 temos que ter otimismo, para renovar as nossas esperanças. Passamos por um período difícil, que foi 2017, mas, mesmo com crise, não podemos reclamar, e sim buscar alternativas para melhorar, e tenho certeza de que 2018 será muito melhor. O país está dando um sinal de melhora na economia e espero que siga nesse caminho de crescimento. Que possa ter um pouco mais de sensatez, não apenas dos nossos governantes, mas que possamos mudar a cultura no nosso país, pensando mais no coletivo. Que o nosso Criador ilumine os nossos governantes para que ocupem cargos públicos com o propósito de servir, fazer e construir, olhando mais para o povo”. 

Dom Paulo – Arcebispo de Uberaba:

“O ano de 2017 foi com marcas negativas, principalmente na questão política. Mas acredito que 2018 será um novo ano, marcado pela esperança. O Cristão não pode perder a esperança. Estamos em um momento de crise muito forte, principalmente na questão política. Espero que essa crise traga resultados positivos, uma nova realidade. Quanto às eleições, acredito que a população tem dúvidas sobre em quem votar, diante dos relatos de corrupção. Espero que o país consiga superar essa situação. É um país saudável, com tantas riquezas; só precisamos melhorar a administração. Não podemos alimentar o lado negativo”. 

Heli Andrade – delegado chefe do 5º Departamento de Polícia Civil:


“Que 2018 seja um ano de melhoria na economia; que a vida do ser humano melhore, e, principalmente, que consigamos diminuir a violência e a criminalidade. Não adianta o ser humano ter dinheiro; se não tiver segurança, não poderá usufruir o que tem. Precisamos melhorar, de qualquer forma. Temos que enfrentar o problema de frente. A Copa do Mundo, por não ser no Brasil, provavelmente não vai influenciar a criminalidade, o que, de fato, influencia é o crime organizado, que entra com arma e droga todos os dias nas fronteiras do país. Isso precisa melhorar, senão, vamos continuar enxugando gelo; a legislação precisa ser mais severa. O povo deve aproveitar o ano de 2018, que terá eleições, para fazer cobranças e exigir dos políticos essas melhoras. Podemos tirar proveito por ser um ano de eleição”.  

Carlos Valera – promotor de Justiça:

“Acho que 2018 será bem melhor que 2017, que foi um ano sacrificado, com instabilidade política muito grande, e 2018, por ser ano de eleições, temos expectativa boa de que vai melhorar. Com relação aos julgamentos que irão marcar o ano, isso demonstra maturidade política e democrática do povo brasileiro, pois, apesar da crise, as instituições, como Ministério Público e o Poder Judiciário estão funcionando normalmente e desempenhando seus papéis. E aqueles que cometerem crimes, em especial contra a sociedade brasileira, devem ser condenados e cumprir suas penas. Ninguém está acima da Lei”. 

Ana Lúcia de Assis Simões – Reitora da UFTM:

“As incertezas e turbulências vividas pelos brasileiros nos últimos anos também estiveram presentes ao longo de 2017, especialmente na área da Educação. Acompanhamos, com grande preocupação, a diminuição dos investimentos em ciência, tecnologia e inovação; a reformulação de programas importantes para a formação dos estudantes, os contingenciamentos orçamentários das universidades e os consequentes impactos na política de assistência estudantil. Contudo, as adversidades deste ano fortaleceram ainda mais o papel das universidades como viabilizadoras do desenvolvimento social, cultural, científico e tecnológico do país”.

Fulvio Ferreira – presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas:

“O principal ponto negativo de 2017 foi a desesperança do empresário brasileiro em face das mazelas políticas, que interferem na economia. Já o aspecto positivo é que o empresariado está aprendendo a se virar, criar alternativas e soluções que possam impactar no seu negócio. O comércio fecha 2017 começando a ver uma luz no fim do túnel e enxergamos para 2018 uma continuidade no crescimento, paulatino e moderado. O mercado dará a resposta para aquele empresário que sair na frente, proativo e dinâmico”. 

Arnaldo Manuel de Souza Machado Borges – presidente da ABCZ:

“Chegamos ao fim de 2017 comprovando, mais uma vez, que o agronegócio é a moeda forte do nosso país, com mais produção e geração de empregos e renda. Superamos todos os desafios que apareceram e fomos além. Para a ABCZ, especialmente, foi um ano excelente, marcado por lançamentos de vários projetos que vão impactar diretamente no futuro da pecuária nacional e mundial. Foi um ano também marcado pelo crescimento da nossa Associação, com 333 novos associados, e pela nossa reaproximação com a comunidade uberabense, que tem frequentado cada vez mais o Parque Fernando Costa. Queremos, em 2018, avançar em todos esses e outros projetos, para promover a nossa pecuária e a nossa ABCZ”. 

Roberto Velludo – presidente do Sindicato da Construção Civil de Uberaba:

“O começo do ano de 2017 foi negativo para o setor da construção civil, quanto a lançamentos de empreendimentos, investimentos do próprio governo em infraestrutura e liberação de financiamento habitacional. No segundo semestre, percebemos melhora, em decorrência de outros setores, mas ainda não está tão bom a ponto de as pessoas terem coragem de investir. Poucas foram audaciosas. Para 2018, espero que o Governo possa trabalhar os objetivos necessários para a construção civil, para alavancar o setor”. 

Maria da Graça Carriconde – presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Químicas e Farmacêuticas de Uberaba e Região (Stiquifar):

“2017 foi um ano extremamente ruim para a classe trabalhadora, com a Reforma Trabalhista e um cenário político péssimo para o Brasil. A minha expectativa é de que em 2018 teremos um ano melhor, mas de muita luta e trabalho para conscientizar a classe para que vote no novo e retire do parlamento os políticos que trabalham em favor próprio e de pequenos grupos. Para que vote em políticos novos e não deixe de votar, não vote nulo e nem branco. A grande luta para 2018, também, será contra a votação da Reforma da Previdência”. 
 
Marcia Moreno – economista e integrante do Movimento Acorda Uberaba:

“Espero que 2018 seja o ano da verdadeira conscientização do povo brasileiro e que reflita, principalmente, no voto. Se elegermos pessoas comprometidas com o país, teremos a chance de deixar para trás os anos difíceis que passamos. O Brasil precisa de verdadeiros líderes, capazes de formar um time competente. Passou da hora de reagir e deixar para trás o populismo, o extremismo, e o povo tem que ser menos omisso. Espero que, com essa eleição, tenhamos novos tempos e que a justiça se faça cumprir para todos. O futuro do país está nas nossas mãos e, pela tendência, percebemos que as pessoas ainda acreditam em super-heróis e que em um passe de mágica sairemos da crise”. 

 







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