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02/03/2018

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 Por Geórgia Santos

Resultado do PIB (Produto Interno Produto) divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é animador. O indicador cresceu 1% em 2017, na primeira alta após dois anos consecutivos de retração, o resultado é bom e vai gerar reflexos positivos na economia, como na geração de empregos, segundo o economista Marco Antônio Nogueira.

O resultado mostra que a economia brasileira começou a se recuperar em 2017, mas ainda não repõe as perdas da atividade econômica na crise. Em 2016 e 2015, o PIB recuou 3,5% sobre o ano anterior, na maior recessão da história recente. Em valores correntes, o PIB de 2017 foi de R$6,6 trilhões. “O país, por meio do consumo das famílias e um pouco de investimento, começou a crescer. Como o empresário e as pessoas se movimentam por meio de expectativas, significa a sinalização para que consumidores e empresários apostem em crescimento de 2,5% ou até 2,7% em 2018. A expectativa é de melhora do emprego, ou que o nível de desemprego caia. O empresário vai começar a contratar. Portanto, contratação, expectativa, gastos, consumo das famílias, significa que a roda da economia vai girar”, explica o economista Marco Antônio Nogueira.

Contudo, o economista destaca que é apenas o início. De acordo com ele, é como se estivéssemos na UTI, mas estabilizados, ainda é preciso cuidados. Portanto, as eleições e as medidas adotadas quanto ao déficit da Previdência são questões que podem definir o crescimento contínuo da economia.

Para o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o consumo das famílias (com alta de 1% na comparação anual), que leva em consideração tanto o movimento do comércio quanto o de serviços, foi um dos componentes mais importantes para o resultado positivo, impactado por fatores como a liberação de recursos inativos das contas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).








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